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EDUCAÇÃO

Professores da rede municipal de Novo Hamburgo entram em estado de greve até sexta-feira

Assembleia geral do Sindprof NH ocorreu na tarde desta terça-feira

Publicado em: 13/05/2025 às 17h:40 Última atualização: 13/05/2025 às 19h:00
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Na tarde desta terça-feira (13) ocorreu a assembleia geral dos professores da rede municipal de ensino de Novo Hamburgo. Conforme deliberações do Sindicato dos Professores Municiais de Novo Hamburgo (Sindprof NH), foi decidido pelo estado de greve até sexta-feira (16).

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Assembleia definiu estado de greve  | abc+



Assembleia definiu estado de greve

Foto: Bruna de Bem/GES-Especial

Com esse alerta estendido até o final da semana, a paralisação efetiva das atividades dos professores municipais poderá ocorrer a partir de segunda-feira (19). “Espera-se que o prefeito apresente uma proposta econômica. Caso não aconteça o encaminhamento do executivo, ocorrerá greve por tempo indeterminado”, afirma a presidente do Sindprof e vereadora Luciana Martins (PT).

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O encontro foi no Sindicato das Sapateiras e Sapateiros e serviu para avaliar os próximos passos da categoria. Os professores reivindicam quanto ao reajuste salarial anual e a equiparação do vale-alimentação entre os servidores municipais com carga horária de 20 e 40 horas semanais, além do pagamento do piso salarial nacional do magistério.

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O que diz a Prefeitura de Novo Hamburgo

A Prefeitura de Novo Hamburgo se manifestou por meio de nota. Confira a íntegra abaixo:

“A Prefeitura de Novo Hamburgo vem a público esclarecer que reconhece o direto de greve, fundamentando na Constituição Federal. No entanto, o movimento precisa respeitar a legislação e seus limites.

Até o momento, o Executivo não foi informado oficialmente sobre o movimento grevista. Todavia, já está definido que os servidores que aderirem a greve não terão faltas abonadas.

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A Administração Municipal destaca que os alunos e famílias da rede municipal de educação não podem ser prejudicados por ações da minoria.

A Prefeitura destaca ainda que cumpre a lei federal 11.738/2008 e paga o piso do magistério. A Prefeitura garante que manteve um diálogo aberto com os servidores e sindicatos. Além disso, sempre expôs com transparência a situação de calamidade financeira do Município que acumula um rombo financeiro herdado da antiga gestão, com déficit mensal médio de R$ 14 milhões.

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Por fim, o Executivo garante que tem feito todos os esforços possíveis para encontrar uma solução para a situação financeira, de modo que a cidade possa retomar seu desenvolvimento e ofertar serviços públicos de qualidade à população.”

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