Uma loja da área central de Novo Hamburgo voltou a ser alvo de arrombamento no fim da madrugada deste domingo (15). É o terceiro ataque ao estabelecimento em menos de 60 dias.
A loja Sul Bazar, no bairro Pátria Nova, publicou uma nota de repúdio em suas redes sociais, onde pede socorro diante de um “cenário de insegurança constante”.

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Conforme o proprietário, Betinho dos Reis, entre perda das mercadorias e consertos necessários na estrutura da loja, os prejuízos já ultrapassam os R$ 30 mil.
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“É inadmissível que empresários, colaboradores e clientes convivam com esse cenário de insegurança constante, prejuízos financeiros, danos estruturais e abalo emocional, mesmo cumprindo suas obrigações, gerando empregos e contribuindo com o desenvolvimento de Novo Hamburgo”, escreveu o empresário, em nota.
A cobrança é por providências urgentes da Prefeitura de Novo Hamburgo e dos órgãos de segurança pública: “reforço no policiamento ostensivo na região; ações preventivas e contínuas, não apenas paliativas; presença efetiva da Guarda Municipal e da Brigada Militar; medidas concretas para coibir a criminalidade e proteger quem trabalha honestamente”.
O empresário pontua que a recorrência do caso é revoltante. “Não é só aqui. Há relatos de outros bairros também. Não podemos conviver e normalizar essas situações”, pontua.
Mobilização pede apoio da comunidade
O empresário destaca que, além de denunciar a situação, também se mobilizou para conseguir soluções práticas sobre o tema. Por isso, conseguiu viabilizar um encontro com as forças de segurança da cidade, que acontecerá no dia 18 de março, na sede da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV).
A reunião será aberta ao público. “Chamo a comunidade para participar e buscar soluções. Todos são impactados por isso. Daqui a pouco é outra loja, ou a casa de alguém”, apela Reis.
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O encontro contará com representantes de órgãos de segurança para discutir saídas para a criminalidade no comércio de Novo Hamburgo. “Não podemos ser reféns da criminosos”, finaliza o empresário.