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Coleta solidária

Ação cadastra 61 doadores de medula óssea no Hospital Centenário

Iniciativa busca ampliar o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome)

Publicado em: 17/07/2026 às 22h:13 Última atualização: 17/07/2026 às 22h:14
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Ação realizada pelo Hospital Centenário, nesta sexta-feira (dia 17), cadastrou 61 doadores de medula óssea. Promovida em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de São Leopoldo e o Hemocentro do Rio Grande do Sul (Hemorgs) colocou estas pessoas banco de dados nacional que cruza informações genéticas de doadores voluntários com pacientes que aguardam um transplante compatível.

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Hospital Centenário registra 61 coletas na ação de cadastro de doadores de medula óssea; Isabela Colling, moradora do bairro Padre Reus, foi uma das doadoras



Hospital Centenário registra 61 coletas na ação de cadastro de doadores de medula óssea; Isabela Colling, moradora do bairro Padre Reus, foi uma das doadoras

Foto: Divulgação/Prefeitura de São Leopoldo

Uma das doadoras foi Isabela Colling, moradora do bairro Padre Reus, que foi levada à ação por um drama na família. “Tenho um familiar muito próximo que precisava de doação de medula, mas não teve tempo (de encontrar um doador compatível). Então é algo que se tornou ainda mais importante pra mim estar aqui neste momento, pra fazer por ele e por todos os outros que precisam.”

Esta 61 pessoas cadastradas passaram pela coleta e foram incluídas no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). 

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Segundo o hospital, a história de Isabela é muito parecida com a de outras pessoas que compareceram à coleta. Todos entendem que este gesto, que exige apenas uma coleta de sangue e alguns minutos de disponibilidade, pode representar a diferença entre a espera e a esperança para quem enfrenta uma doença que depende de transplante de medula óssea, como leucemias, linfomas e outras condições graves do sangue.

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Doadores voluntários e compatibilidade

O Redome, banco de dados nacional, cruza informações genéticas de doadores voluntários com pacientes que aguardam um transplante compatível no Brasil. O sangue coletado é analisado e as informações genéticas do doador permanecem no cadastro por 25 anos, período em que a pessoa pode ser convocada caso surja um paciente compatível em qualquer parte do país.

Segundo dados do Ministério da Saúde, a compatibilidade entre pessoas sem parentesco é rara, o que faz de cada novo cadastro um reforço real nas chances de encontrar, no futuro, o doador certo para quem espera.

A enfermeira Fernanda Estrella, uma das responsáveis pela organização da ação, avaliou como positivo o número de doadores e já projeta um novo mutirão de cadastro. “É gratificante ver o grande número de pessoas buscando informações de como ajudar ao próximo”, avaliou Fernanda.

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