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COMPETIÇÃO INTERNACIONAL

Alunos do Senai São Leopoldo são premiados na Romênia

Estudantes conquistaram medalha de prata na categoria Desenvolvimento de Software

Publicado em: 19/05/2026 às 18h:54 Última atualização: 19/05/2026 às 18h:54
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Os alunos Andrei Vinícius Krug e Yuri Mendes Beck, do curso Técnico em Desenvolvimento de Sistemas do Senai de São Leopoldo, conquistaram o segundo lugar na categoria Desenvolvimento de Software da Infomatrix World Final 2026. Acompanhados pelo instrutor Alexandre Silveira de Paula, os estudantes representaram a instituição na competição que ocorreu em Bucareste, na Romênia, de 14 a 18 de maio.

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Os alunos Andrei Vinícius Krug e Yuri Mendes Beck, do Senai São Leopoldo são premiados na Romênia



Os alunos Andrei Vinícius Krug e Yuri Mendes Beck, do Senai São Leopoldo são premiados na Romênia

Foto: Sistema FIERGS/Divulgação

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O prêmio internacional foi garantido com apresentação do projeto Visual Detect, focado no uso de redes neurais como auxílio no diagnóstico precoce de retinoblastoma infantil. O evento reuniu mais de 2 mil jovens de 40 países e o trabalho premiado dos estudantes contou com a orientação dos instrutores Cassio Klen de Azevedo e Fernando Silveira de Aguiar.

Para Yuri, representar o Brasil na competição foi motivo de grande orgulho. “Foi uma experiência incrível, uma honra, éramos o único projeto representando o Brasil na World Finals. Pudemos participar de um networking internacional com representantes e líderes de outras delegações para compartilhar ideias. Foi uma baita oportunidade de mostrar nosso conhecimento.”

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“Estamos trabalhando nesse projeto há aproximadamente um ano e já participamos de três outras feiras, conseguindo premiação máxima em duas delas, na Infomatrix Brasil e na Fenecit 2025. Estrear em uma competição fora do país e já conquistar uma medalha de prata é sem sombra de dúvidas gratificante”, afirmou Yuri, apontando que os próximos objetivos da equipe são buscar investidores e iniciar os testes em campo.

Já Andrei afirmou que o contato com outras culturas foi um dos pontos altos da jornada. “Conheci muitas pessoas de outros países, aprendi a falar um pouco de outros idiomas que eu nem sabia que existiam”, brincou. “Conheci um pouco de outras culturas e junto disso aprendi a me comunicar de um jeito novo, sem medo de errar.”

Para Andrei, a experiência evidencia a importância da pesquisa científica. “Com essa viagem entendi que as pesquisas científicas que produzimos no Brasil quebram qualquer barreira linguística. Sinto que, por conta dos desafios dessa viagem, agora tenho uma mente mais aberta, mais confiança em mim mesmo e agora sei que consigo me adaptar até mesmo em cenários mais complexos e desconhecidos.”

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Vaga no torneio

A vaga no torneio internacional foi garantida após a dupla conquistar o prêmio Plantina na Infomatrix Brasil 2025 em setembro do ano passado com o mesmo projeto. A iniciativa utiliza inteligência artificial para apoiar o diagnóstico precoce desse tipo raro de câncer ocular que afeta a retina. O modelo desenvolvido pelos alunos contribui para aumentar a precisão e a agilidade na identificação da doença.

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