O Dia D de vacinação movimentou as sete UBSs abertas neste sábado (10) para a campanha. Em São Leopoldo, segundo a coordenadora de imunizações Karen Carvalho, 900 doses da vacina contra a gripe foram aplicadas. Destas, 532 foram para gestantes, idosos e crianças, e 368 foram para outros grupos prioritários.
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Além destas, Karen informa que houve ainda a aplicação de 321 doses de vacinas de rotina do calendário, tozalizando 1221 doses de imunizantes aplicados. A iniciativa buscou facilitar o acesso da população local às vacinas, oferecendo atendimento em horário especial.

Foto: Amanda Krohn/Especial
As UBSs participantes do Dia D foram a Padre Orestes, Vicentina, Materno Infantil, Santa Marta, Campina, Rio Branco e Cohab Duque. Somente somando crianças, gestantes e idosos, o público-alvo da campanha em São Leopoldo é de 58.950 pessoas.
O público-alvo é composto por: crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas, idosos acima de 60 anos, povos indígenas, pessoas em situação de rua, trabalhadores da saúde, professores do ensino básico e superior, profissionais das Forças Armadas, segurança e salvamento, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo e dos Correios, jovens sob medidas socioeducativas e pessoas com doenças crônicas.

Foto: Amanda Krohn/Especial
Comunidade elogia a campanha
A nutricionista Denise Corrêa, de 63 anos, mora no Centro de São Leopoldo e aproveitou o sábado para atualizar a caderneta de vacinação na UBS Materno Infantil. “Me vacino todos os anos já faz cinco anos. Tem que ter campanhas como essa, sim, e abrir no sábado facilita muito, é bem melhor. Facilita muito”, diz.
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O aposentado Décio Nestor Biehl, de 69, também elogia a ação. “Acho muito importante para a gente se prevenir da gripe, de alguma doença que pode vir. Uma vacina sempre ajuda”, afirma. “E é muito bom ter isso no sábado, principalmente para quem trabalha”, continua.
A pequena Maia Morgenstern, de 6 anos, moradora do Centro de São Leopoldo, já sabe desde pequena a importância da imunização. “Eu faço todo ano a vacina. É importante fazer para não ficar gripada”, diz. “Às vezes eu choro pra fazer a vacina, então para eu me acalmar, essa parte aqui eu deixo dura [apontando para a perna direita] e essa aqui eu deixo mole [apontando para o braço esquerdo], aí não dói”, explica.