O reajuste de 1,7% do piso salarial de professores reatroativo a janeiro foi aprovado nesta segunda-feira (14) em assembleia do Sindicato dos Professores Municipais Leopoldenses (Ceprol). De acordo com a presidente do sindicato, Cristiane Mainardi, estiveram presentes 110 pessoas e a mudança foi aprovada por contraste com ampla maioria.

Foto: Marta Bringmann/Divulgação/Ceprol
A alteração, proposta pelo prefeito Heliomar Franco, tem como objetivo equiparar o piso salarial dos professores de São Leopoldo à lei federal do magistério. Ainda conforme a presidente, o piso para a carga horária de 20h era de R$ 2.392,81 e, com o reajuste, o valor passa a ser de R$ 2.433, atendendo à lei nacional.
Para todos os servidores do município, o reajuste ficou baseado no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), maior índice, de 5,48%, pagos 2,74% em abril e 2,74% em dezembro retroagindo à data base de 10 de abril, estabelecida no parágrafo único do artigo 67 da Lei Municipal nº 6.055/2006.
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“Esse reajuste representa o respeito às nossas leis, cumpre com a questão inflacionária, com o piso e ainda temos um incremento de 15% na alimentação e antecipação do 13º salário para junho, que antes nós recebíamos em julho”, comenta Cristiane Mainardi.
O titular da Secretaria Municipal de Educação (Smed), Jéferson Falcão, que, segundo informações encaminhadas pela assessoria de comunicação, participou diretamente das negociações, celebrou os avanços.
“Valorização se faz com diálogo, compromisso e ação concreta. Essa proposta representa o reconhecimento ao trabalho diário das professoras e professores que fazem a educação acontecer. Todos saem vitoriosos quando a escuta e o respeito guiam as decisões. A sensibilidade do prefeito Heliomar em compreender a importância dessa valorização, demonstra responsabilidade e acolhimento com quem constrói, todos os dias, o futuro da nossa cidade.”
Conforme o Ceprol, a decisão da Assembleia foi formalizada e será encaminhada à Prefeitura e à Secretaria Municipal de Educação nesta terça-feira (15). A expectativa é de que o Projeto de Lei seja enviado à Câmara de Vereadores com urgência, garantindo a aplicação dos reajustes já no próximo pagamento.