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IMPACTO DAS CHEIAS

Prefeitura alerta leopoldenses sobre pesquisa telefônica do IBGE que aborda a enchente na cidade

Trabalho inédito busca avaliar o pós-inundação nos municípios mais atingidos pelas catástrofes climáticas no Estado

ico ABCMais.com azul
Publicado em: 06/10/2025 às 22h:52
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A Prefeitura de São Leopoldo está divulgando aos moradores da cidade sobre a importância da pesquisa por telefone que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está realizando em todo o Estado,   até 19 de dezembro, sobre os impactos da grande inundação de 2024.

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A Pesquisa Especial sobre as Enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul (PEERS) é inédita e o contato é feito exclusivamente pelo telefone (21) 2142-0123. Além de São Leopoldo, a população de outras 142 cidades divididas em sete regiões estratégicas serão ouvidas.

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Fotos aéreas mostram a enchente no Centro de São Leopoldo em maio de 2024



Fotos aéreas mostram a enchente no Centro de São Leopoldo em maio de 2024

Foto: Digue Cardoso/Semae

A primeira região a ser ouvida foi da capital Porto Alegre (nesta entraram 11 cidades como Canoas, Esteio e Sapucaia do Sul na nossa região). São Leopoldo está na segunda fase (que é nesta primeira quinzena de outubro), que também engloba municípios como Novo Hamburgo, Bom Princípio, Campo Bom, Capela de Santana, Harmonia, Lindolfo Collor, São José do Hortêncio, São Sebastião do Caí e São Vendelino. Nesta fase a pesquisa também vai a Taquara, Igrejinha, Parobé, Rolante e Três Coroas.

A partir da segunda metade de outubro as ligações do IBGE se estenderão para outras regiões, como Passo Fundo, Carazinho, Frederico Westphalen, entre outros (em um total de 25 municípios); Santa Cruz do Sul, Lajeado, Sobradinho e Encantado (serão 39 municípios); Pelotas, Camaquã (total de 6 municípios); Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Nova Prata (totalizando 11 municípios); e Santa Maria, São Gabriel, Uruguaiana, Cachoeira do Sul (fechando 17 municípios).

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De 1º a 19 de dezembro a pesquisa englobará todas as regiões em foco.

Entendendo os impactos das cheias 

O levantamento é uma iniciativa inédita do IBGE, com caráter experimental, voltada para entender os impactos das enchentes que atingiram o Estado do Rio Grande do Sul entre abril e maio de 2024.

A Pesquisa Especial sobre as Enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul foi criada para compreender como as pessoas foram afetadas pelas enchentes, tanto no momento do desastre quanto depois de um ano.

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Segundo o IBGE, a pesquisa tem dois objetivos principais: identificar os impactos provocados pelas enchentes e avaliar a percepção da população afetada quanto à qualidade de vida após a catástrofe.

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Os dados coletados experimentalmente servirão para subsidiar o planejamento de políticas públicas estruturais e a criação de planos de prevenção e resposta rápida a novos desastres climáticos que possam acontecer no futuro em todo o Brasil.

Como funciona

Agentes de coleta do Centro de Entrevista Telefônica Assistida por Computador (CETAC) do IBGE irão realizar as entrevistas por meio do número telefônico (21) 2142-0123.

Podem responder à PEERS pessoas que foram selecionadas no cadastro da Pesquisa e estavam presentes no domicílio no período das enchentes, entre abril e maio de 2024. Também é preciso ter 14 anos ou mais de idade.

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Pelo telefone 0800 721 8181 ou pelo e-mail peers@ibge.gov.br, os respondentes selecionados ainda podem agendar dia e horário para a entrevista, ou confirmar a identidade do agente de coleta.

A PEERS é realizada por meio de entrevistas telefônicas, conduzidas por agentes do IBGE utilizando o número (21) 2142-0123. O processo inclui: confirmação da identidade do informante; verificação dos critérios de participação; aplicação do questionário por telefone; garantia de sigilo legal das informações.

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Que tipos de perguntas são feitas?

O questionário da PEERS aborda diversos temas, como:

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– Impactos nos domicílios: inundação, danos físicos, perdas de bens, interrupção de serviços (água, luz, internet).

– Impactos nos entornos: danos em ruas, pontes, rodovias, transporte público, segurança e limpeza urbana.

– Ocorrências e impactos pessoais: resgate, ajuda emergencial, atendimento médico, evacuação, saúde física e mental.

– Perfil da população: idade, escolaridade, cor ou raça, moradia atual, motivo de mudança, rendimento.

– Educação e trabalho: situação antes e depois das enchentes.

– Qualidade de vida atual: acesso a serviços públicos, percepção de melhora ou piora após o desastre.

 

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