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Conscientização

Primeiro encontro da Ammep para mulheres debate a violência doméstica

Na conversa, as participantes receberam informações o orientações sobre como lidar em casos de ataques violentos

Publicado em: 12/02/2026 às 21h:51 Última atualização: 12/02/2026 às 21h:53
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A Associação Meninos e Meninas de Progresso (Ammep), de São Leopoldo, iniciou as atividades de 2026 nesta quinta-feira (5). No primeiro encontro do ano, voltado para o grupo de mulheres e mães da comunidade, do bairro Santos Dumont, foi realizado um bate-papo sobre o tema do feminicídio e violência doméstica.

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Na conversa, as mulheres receberam informações o orientações sobre como lidar com o assunto, e as medidas que devem ser tomadas. As participantes também tiveram espaço para falar sobre suas histórias, sobre suas experiências com a violência e trocaram informações e conhecimentos sobre o tema.

De acordo com o técnico social da Ammep, Lucio Corvalão, 59 anos, os encontros ocorrem todas as quintas-feiras, e que cada dia é abordado um assunto diferente. “Neste ano, o principal assunto que vamos debater com elas é sobre a violência doméstica e o feminicídio. Será tema recorrente. Além disso, também são realizadas atividades lúdicas e recreativas.”

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Corvalão explicou que nos grupos são trabalhados temas atuais, e além do feminicídio, também será abordado sobre saúde, higiene e saúde mental. “O grupo visa ser um local que acolhe, instrui e proporciona diversão.”

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Um momento voltado para a mulher

Coforme o técnico, o grupo tem como objetivo ser um momento voltado para a mulher. Ela frequenta o espaço, leva os filhos, que participarão de outras atividades em outro grupo, para que ela possa participar sem preocupações e ter um momento só dela. “A grande maioria das mulheres que participam são chefes de casa, e quando estão aqui, tiram um momento só para elas, para ficarem tranquilas. Isso é muito importante para a saúde mental.”

Corvalão disse que participam, em média, 35 mulheres, e que a Ammep não consegue atender mais, mas há uma lista de espera. O encontros são todas as quintas-feiras, a partir das 14 horas. “Esse grupo surgiu a partir de reuniões que fazíamos com a comunidade, para entender suas necessidades, e sentimos que era necessário proporcionar algo para as mães. No início foram um pouco resistentes, mas agora ninguém falta. Percebemos que traz resultados até para as crianças.”

Participar das atividades é muito importante

Para a dona de casa, Thais Bianca, 30 anos, participar das atividades é muito importante, e que faz questão de estar presente em todas as quintas-feiras. “É demais. Às vezes a gente pinta, conversa sobre um assunto específico do dia a dia. Não tem tabu aqui dentro.”

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A também dona de casa, Ana Julia, 23 anos, considera como uma terapia estar na Ammep. “Tem troca com outras mulheres, dança, exercício físico, psicólogo. O que a gente fala no grupo, fica no grupo, é um desabafo.”

Crianças

Além das mulheres, a Ammep também atende 260 crianças, que participam de atividades no contraturno escolar. Nesta quinta-feira também teve um momento especial para elas junto com as mães, com piscinas e brincadeiras.

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Este é um movimento de conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher
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