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PARALISAÇÃO

Professoras da rede municipal farão paralisação em São Leopoldo

Decisão tomada por unanimidade em assembleia marcou a parada para 18 de novembro

Publicado em: 07/11/2025 às 19h:17 Última atualização: 07/11/2025 às 19h:49
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O Sindicato dos Professores Municipais Leopoldenses (Ceprol) realizou uma Assembleia Geral, na última quinta-feira (6), que aprovou, por unanimidade uma paralisação para 18 de novembro. O evento, que reuniu mais de 300 docentes, foi realizado na Emef Gusmão Brito, em São Leopoldo. A categoria se posiciona em defesa da educação pública, protesta contra o Teto de Gastos do prefeito Heliomar Franco (PL) e o crescente desrespeito contra as professoras e a educação municipal.

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O evento, que reuniu mais de 300 docentes, foi realizado na Emef Gusmão Brito



O evento, que reuniu mais de 300 docentes, foi realizado na Emef Gusmão Brito

Foto: Divulgação

Conforme a presidente do Ceprol, Cristiane Mainardi, o movimento busca conscientizar a sociedade sobre os impactos que as medidas aprovadas pela Câmara de Vereadores podem ter nos serviços públicos de São Leopoldo. “Vamos fechar nossas escolas um dia para lutar em defesa da educação pública para nossos estudantes e toda comunidade, e chamamos a população que venha fazer parte desta luta.”

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Para Mainardi, as medidas vão além de um ajuste fiscal, mas que a categoria está testemunhando um projeto político de desmonte de serviços públicos. “O risco concreto é a rigidez da capacidade de investimento do município, a precarização de serviços públicos essenciais como saúde, educação e assistência social, além da desvalorização do magistério.”

De acordo com Mainardi, a categoria também relaciona uma série de outros ataques, como a ameaça de fechamento da Escola Municipal de Artes Pequeno Príncipe e a intenção do governo municipal de realizar uma Reforma da Previdência no Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Servidores (Iaps).

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Segundo Mainardi, o clima de confronto foi intensificado com a declaração do vereador Daniel Daudt (PL), que ofendeu a categoria ao afirmar, da tribuna da Câmara, que as professoras “não sabem ler e interpretar uma frase”. O Ceprol rebateu as declarações, destacando que o quadro é composto por profissionais aprovados em concurso público, com graduação e especializações.

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