Foi realizada entre os dias 20 e 21 de janeiro de 2026, uma nova edição da pesquisa anual de preços de materiais escolares no Rio Grande do Sul. Levantamento é do Procon RS.
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Foto: Agência Brasil
No comparativo geral, consideram-se dez cidades pesquisadas, os itens mais baratos totalizaram R$ 36,78, enquanto a lista com os itens mais caros somou o valor de R$ 1.304,28, uma diferença superior a 3.400%.
Segundo o Procon, a pesquisa considerou 20 produtos que integram uma lista básica de materiais escolares, necessários para o início do ano letivo. Entre eles estão caderno, lápis de cor, borracha, tesoura, caneta esferográfica, estojo, papel sulfite, entre outros.
A pesquisa foi realizada com base no aplicativo Menor Preço Nota Gaúcha. As cidades escolhidas para a pesquisa de 2026 foram Crissiumal, Dois Irmãos, Frederico Westphalen, Guaíba, Nova Candelária, Nova Petrópolis, Rio Pardo, Triunfo, Terra de Areia e XV de Novembro.
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Dicas importantes
Materiais de uso coletivo ou comuns, como produtos de higiene, pacotes de folhas para entregar na escola e caneta de lousa não podem ser exigidos dos consumidores, destaca o Procon gaúcho. São itens que devem estar incluídos no próprio custo da instituição de ensino e, portanto, já integram o valor da mensalidade paga pelo consumidor.
Pela Lei do Superendividamento, que passou a fazer parte do Código de Defesa do Consumidor, os produtos também deverão ter o preço por unidade de medida, além do preço efetivamente pago pelo consumidor. Isso possibilita ao cliente comparar o preço do mesmo produto comercializado em quantidades diferentes, e, assim, verificar quanto está pagando por cada unidade.