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RECONSTRUÇÃO

VÍDEO: Eduardo Leite reforça responsabilidade com projetos para contenção de enchentes no RS

Governador avaliou necessidade de atualização dos anteprojetos feitos pela Metroplan há 12 anos

VÍDEO: Eduardo Leite reforça responsabilidade com projetos para contenção de enchentes no RS
Publicado em: 20/06/2025 às 20h:53
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O Rio Grande do Sul voltou a ser afetado por alagamentos e centenas de gaúchos precisaram deixar suas casas. Até a noite desta sexta-feira (20), três pessoas morreram em decorrência das chuvas no Estado.

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Passado mais de um ano das enchentes de maio de 2024, quando 184 pessoas morreram, as autoridades voltam a ser questionadas acerca da prevenção e resiliência climática. Recentemente o ministro da Casa Civil, Rui Costa, esteve em Novo Hamburgo e cobrou o governo do Estado.

Eduardo Leite em Novo Hamburgo  | abc+



Eduardo Leite em Novo Hamburgo

Foto: Juliano Piasentin/ GES-Especial

O ministro fez referência aos anteprojetos desenvolvidos pela Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan) em 2013. Há 12 anos os esboços foram elaborados pelos técnicos da fundação, prevendo intervenções nas bacias do Rio Gravataí, Sinos, Arroio Feijó e Delta do Jacuí.

Além disso, reiterou que a União efetuou o depósito de R$ 6,5 bilhões que devem ser utilizados para a execução das obras.

Nesta sexta-feira, também em visita a Novo Hamburgo, o governador Eduardo Leite (PSD) garantiu agilidade no apoio aos municípios afetados pelos novos alagamentos e falou sobre as obras de contenção. “O Estado já está mais forte, mais resiliente, mas isso leva um tempo.”

Leite lembrou o anteprojeto específico da bacia do Rio dos Sinos, que precisa ser atualizado com as novas realidades climáticas. “Desconsideravam determinadas situações específicas, como canais existentes, como se não precisasse estruturar casas de bombas. São projetos complexos.”

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O governador salientou a necessidade de ser responsável nesse momento. “Se forem feitas de maneira apressada e pouco responsável, poderão significar o gasto de muito dinheiro e sem resolver os problemas.”

E garantiu que o trabalho está sendo feito. “Já temos mais forças, uma Defesa Civil mais estruturada, uma articulação melhor com os municípios, forças de respostas muito mais estorturadas e estamos apoiando os municípios”, completou.

Caso o cronograma inicial seja mantido, as Obras contra cheias podem começar apenas em 2027, sendo finalizadas por completo em 2031. No entanto, a Secretaria da Reconstrução reforça que está trabalhando para agilizar o processo.

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