Município mais atingido pelos efeitos do ciclone extratropical que se formou sobre o Litoral Norte gaúcho entre quinta (15) e sexta-feira (16), Caraá tenta se reerguer da tragédia que deixou mortos, desabrigados e um prejuízo ainda incalculável. Nesta segunda-feira (19), o coordenador da Defesa Civil local, Henrique Borges, divulgou vídeo onde atualiza as necessidades dos moradores.

Foto: Amanda Bernardo/GES-Especial
“Primeiramente queremos agradecer toda ajuda que trouxeram pra nós, mas tá faltando muita coisa ainda”, resume o coordenador, recomendando que, por praticidade logística, os donativos podem ser encaminhados para a Defesa Civil ou Corpo de Bombeiros Militar de Santo Antônio da Patrulha, a cidade mais próxima.
Segundo Henrique Borges, os atingidos pelo ciclone em Caraá precisam de vassoura, balde, rodo, água sanitária, sabão em pó, detergente, absorvente feminino, arroz, café e açúcar. “Quem tiver como ajudar, por favor nos ajude”, pediu, reforçando a necessidade também de doação de fios de energia elétrica.
“Muito poste caiu e a CEEE está arrumando. Mas as redes particulares precisam ser refeitas. Muita gente precisa da energia ligada para fazer o poço artesiano funcionar. E está faltando fio de energia elétrica”, frisou o coordenador da Defesa Civil.
Veja o vídeo