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PONTE DO ESQUELETO

Sumiço de câmera de jovem morta em salto de rope jump é investigado pela polícia

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após a queda no sábado (13)

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Publicado em: 15/06/2026 às 15h:18 Última atualização: 15/06/2026 às 15h:19
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O sumiço da câmera que estaria com a jovem jogada sem corda de segurança da Ponte do Esqueleto, em Limeira, assim como a morte, são investigados pela Polícia Civil. 

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Os três funcionários da empresa responsável pelo salto que matou a jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, no sábado (13), no interior de São Paulo, foram presos e prestaram depoimento à Polícia Civil do Estado.

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas tinha 21 anos | abc+



Maria Eduarda Rodrigues de Freitas tinha 21 anos

Foto: Redes sociais

A mulher, que praticava o esporte radical conhecido como rope jumping, foi jogada da Ponte do Esqueleto sem corda de proteção.

Nos depoimentos, que foram divulgados pelo programa Fantástico, da TV Globo, os funcionários afirmaram não se lembrar de quem era a responsabilidade pela instalação e checagem da corda de segurança antes do salto. A empresa cobrava R$ 180 por salto.

Queda mortal: 3 presos não sabem explicar como jovem foi lançada sem corda de ponte durante rope jumping

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“Às vezes a gente, tipo assim, não coloca, outro confere, outro confere, outro coloca. Às vezes um faz, o outro vem, vê se tá certo. Era mais ou menos isso”, disse Luís Felipe Feliciano Egoroff.

Segundo ele, não havia uma divisão fixa de funções durante os saltos e a conferência dos equipamentos era realizada de maneira compartilhada.

Outro funcionário preso, Maicon Fernandes Cintra, assim como Egoroff, afirmou que não se recordava de ter feito a conferência do equipamento da jovem. Ele disse que participava do processo de checagem antes dos saltos.

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Também ao Fantástico, o advogado dos três presos, Rafael Gomes dos Santos, relatou que os instrutores estariam em estado de choque e não conseguiam explicar o que aconteceu.

“Eles estão em estado de choque, não conseguem explicar o ocorrido, porque já estão há anos fazendo isso. Nunca teve nenhum evento semelhante”, afirmou.

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O caso está sendo investigado pela polícia como homicídio com dolo eventual – quando se assume o risco de causar a morte, mesmo sem a intenção.

Os funcionários que estão presos são os que ergueram e lançaram a jovem da ponte. 

Veja vídeo

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Com informações de O Estado de S.Paulo.

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