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Energia que salva vidas transforma hospitais no Rio Grande do Sul

Investimentos de R$ 120 milhões até 2028 fortalecem hospitais, ampliam segurança operacional e liberam recursos para atendimento e infraestrutura

A energia que mantém equipamentos hospitalares funcionando e salas iluminadas é essencial para o cuidado de milhares de pacientes diariamente. Mas mais do que isso, uma boa estruturação na área de energia é capaz de ampliar a capacidade de atendimento, aumentar a segurança operacional e reduzir custos nos hospitais.

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Com os painéis solares fotovoltaicos do programa CPFL e RGE nos Hospitais, os recursos economizados podem ser aplicados diretamente em atendimento e infraestrutura | abc+



Com os painéis solares fotovoltaicos do programa CPFL e RGE nos Hospitais, os recursos economizados podem ser aplicados diretamente em atendimento e infraestrutura

Foto: Divulgação

É nesse contexto que o programa CPFL e RGE nos Hospitais, iniciativa do Grupo CPFL Energia por meio do programa de Eficiência Energética da ANEEL, atua para transformar a infraestrutura energética das unidades de saúde, ampliando os benefícios para profissionais, pacientes e comunidades.

No Rio Grande do Sul, os efeitos do programa são visíveis tanto em situações de emergência quanto no dia a dia das unidades. Hospitais afetados pelas recentes enchentes receberam sistemas fotovoltaicos, geradores de emergência, iluminação LED e ajustes nas entradas de energia, fortalecendo a resiliência das instituições e garantindo a continuidade do atendimento.

Além disso, unidades como o Hospital Dr. César Santos, em Passo Fundo, foram contempladas com sistemas de armazenamento de energia (BESS) de 85 kW, permitindo o uso estratégico da eletricidade nos horários de pico e maior autonomia operacional. Esses investimentos asseguram que os recursos economizados possam ser aplicados diretamente em atendimento, infraestrutura e humanização do cuidado aos pacientes.

“Ao investir em soluções energéticas para hospitais e entidades filantrópicas, geramos impactos sociais e ambientais positivos, permitindo que as instituições direcionem recursos economizados com energia para áreas mais sensíveis, como atendimento e infraestrutura”, afirma Gustavo Estrella, Presidente da CPFL Energia.

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Eficiência, humanização e doações

A terceira fase do programa CPFL e RGE nos Hospitais, que seguirá até 2028 com investimentos de R$ 120 milhões, atua em três frentes principais:

  • Eficiência energética – modernização de sistemas de iluminação, refrigeração e armazenamento de energia (BESS);
  • Humanização hospitalar – melhorias na infraestrutura e acolhimento de pacientes;
  • Doações em conta – repasses financeiros que ampliam a capacidade de atendimento, fortalecendo hospitais da região.

Projetos estruturantes no Brasil

Além do Rio Grande do Sul, o programa realiza projetos estruturantes em outras regiões
do país, fortalecendo a infraestrutura hospitalar e ampliando o uso de energia renovável:

  • Em São Carlos (SP), será instalada a primeira usina solar flutuante do Brasil voltada para hospitais, beneficiando a Santa Casa de Campinas com 225 kW de potência e investimento de R$ 3 milhões.
  • Em Campinas (SP), a geração distribuída centralizada terá 1,3 MWp de capacidade, atendendo quase metade das UBS da cidade, com investimento de R$ 6,5 milhões.
  • O Centro Infantil Boldrini, em Campinas, contará com uma nova usina de oxigênio, investimento de R$ 1,1 milhão, garantindo confiabilidade no fornecimento para pacientes oncológicos.
  • Em Novo Hamburgo (RS), será instalada uma usina fotovoltaica de 501,6 kWp e substituídas 1.600 lâmpadas por LED, gerando economia anual de 719,13 MWh e investimento de R$ 2,8 milhões.

Impacto social e sustentabilidade

Cada melhoria implantada nos hospitais garante mais autonomia, economia e segurança energética, permitindo que os recursos economizados sejam aplicados diretamente em atendimento, novos tratamentos e expansão de serviços médicos.

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Reconhecido pela ONU como exemplo de boas práticas alinhadas aos ODS, o programa seguirá até dezembro de 2028, mostrando que energia, tecnologia e responsabilidade social podem caminhar juntas para transformar a saúde pública no Brasil.

O artigo publicado neste espaço é de inteira responsabilidade de seu autor.
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