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IENH impulsiona a iniciação científica e transforma ideias em projetos premiados

Incentivo à pesquisa começa na Educação Infantil e se consolida em trajetórias nas feiras científicas

A IENH impulsiona a iniciação científica desde os primeiros anos da vida escolar, despertando a curiosidade já na Educação Infantil por meio de experiências investigativas, exploração de materiais e perguntas sobre o mundo. Ao longo do Ensino Fundamental, esse incentivo se fortalece com projetos orientados, práticas experimentais e desenvolvimento do pensamento crítico.

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No Year 6, os estudantes já vivenciam a iniciação científica de forma mais estruturada ao participarem da Feira de Ciências da IENH, que neste ano completa 50 anos impulsionando jovens pesquisadores. A proposta pedagógica integra a investigação científica ao currículo, com componentes específicos no Ensino Fundamental e Médio, além de eventos como bancas, feiras e sábados letivos dedicados exclusivamente à pesquisa ao longo do calendário escolar.

A Instituição também oferece suporte por meio de infraestrutura qualificada, como o ambiente de Estudos Científicos, que complementa os laboratórios de química, física, biologia e microscopia e possibilita a organização, análise e aprofundamento das investigações. Nesse contexto, os estudantes são incentivados a levantar hipóteses, testar soluções e desenvolver projetos conectados a desafios reais.

Um trabalho em equipe que resultou em diversas premiações | abc+



Um trabalho em equipe que resultou em diversas premiações

Foto: Divulgação/IENH

Visão científica desde os primeiros anos

É nesse ambiente que trajetórias como a do estudante Lucas Closs, 16 anos, da 2nd grade do Ensino Médio da IENH – Unidade Fundação Evangélica, ganham forma. A história do Lucas representa, na prática, os resultados de um percurso educacional que valoriza e impulsiona a iniciação científica desde as primeiras etapas da vida escolar.

Há trajetórias que não se explicam apenas pelos resultados, mas pelo caminho percorrido e, sobretudo, pela capacidade de continuar mesmo diante das incertezas. O que começou como uma inquietação no Year 7, quando Lucas tinha apenas 12 anos, amadureceu ao longo de cinco anos até alcançar o cenário nacional.

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Incentivo à iniciação científica desde a Educação Infantil | abc+



Incentivo à iniciação científica desde a Educação Infantil

Foto: Divulgação/IENH

Sustentabilidade em pauta

Na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), realizada de 16 a 20 de março, em São Paulo, ele conquistou três importantes reconhecimentos: o 2º lugar geral na área de Engenharia, o prêmio de Melhor Projeto do Rio Grande do Sul e o Destaque da Associação Brasileira de Incentivo à Ciência.

O projeto apresentado, Desenvolvimento e Caracterização de Embalagens Biodegradáveis a partir de Resíduos de Abacaxi (Ananas comosus) – Fase IV, carrega em seu título a marca do tempo: é resultado de um processo contínuo de investigação, revisão e aprimoramento. A proposta, que busca transformar cascas de abacaxi em bioplástico, responde a um dos grandes desafios contemporâneos: a necessidade de alternativas sustentáveis aos plásticos convencionais.

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Imersão científica

Ao longo da trajetória, Lucas percorreu um caminho que vai além do ambiente escolar tradicional. Foram anos de experimentações, erros, ajustes e descobertas. Em 2025, o projeto atingiu um novo patamar de complexidade, com a realização de mais de 150 testes, consolidando resultados que garantiram o primeiro lugar na Feira de Ciências da IENH.

Além da Febrace, o estudante também participou da Mostratec Júnior, onde conquistou o 4° lugar geral e Destaque Supergeeks; Mostraclak garantindo o 1° lugar geral ciências biológicas e credenciais para duas feiras internacionais; Feicipaz ficando em 3° lugar em ciências biológicas; e Femictec, onde foi premiado como melhor projeto entre escolas externas. Em meio a estudantes de todo o país, Lucas vivenciou uma imersão no universo científico: “Na Febrace vivi um momento de muita emoção e gratidão por toda a trajetória construída desde uma ideia simples até chegar a esse resultado.”

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Por que o abacaxi?

A origem do projeto remonta a um momento de liberdade criativa. No Year 7, mesmo sem a obrigatoriedade de desenvolver uma pesquisa científica, Lucas decidiu se desafiar. Escolheu a área da sustentabilidade e, a partir dela, surgiu a ideia que daria início a toda a sua trajetória: utilizar cascas de abacaxi na produção de um material alternativo ao plástico.

A pergunta que mais ouviu desde então, “por que o abacaxi?”, acompanha o projeto até hoje. Mais do que uma escolha aleatória, a decisão envolveu curiosidade, experimentação e o desejo de encontrar soluções concretas para problemas reais. Foi nesse momento que surgiu a parceria com a professora Ana Paula Müller Machado, que assumiu a orientação inicial e ajudou a transformar a ideia em método. No Year 8, durante a segunda fase do projeto, Lucas enfrentou uma das situações mais difíceis de sua trajetória.

Apesar de conquistar o primeiro lugar na Feira Municipal de Novo Hamburgo, não recebeu credencial para avançar a outras etapas. “A frustração foi imediata. O sentimento de desmotivação quase colocou um ponto final em um projeto que ainda estava em construção. Eu saí daquela feira muito triste”, relembra. No entanto, foi justamente nesse momento que o papel dos professores se mostrou decisivo. O incentivo constante, especialmente de sua orientadora, fez com que Lucas não desistisse.

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No Year 9, ele conquistou a classificação para a Mostratec, uma das principais feiras científicas da América Latina. Mais do que um avanço no percurso, esse momento marcou a virada de chave: o projeto deixava de ser apenas uma experiência escolar e passava a ganhar consistência como pesquisa científica.

Intensidade, colaboração e professores que impulsionam

Se os primeiros anos foram de construção, os mais recentes foram de aprofundamento e consolidação. Em 2025, já na fase IV do projeto, Lucas percebeu que precisava ir além. A complexidade da pesquisa exigia novos olhares e conhecimentos específicos, o que levou à ampliação da equipe de orientação, com a participação da professora Michele da Rosa Kopschina e do professor Matheus Vicenzo Lehnen.

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A IENH oferece suporte por meio de infraestrutura qualificada, como o ambiente de Estudos Científicos | abc+



A IENH oferece suporte por meio de infraestrutura qualificada, como o ambiente de Estudos Científicos

Foto: Divulgação/IENH

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