A evolução da ciência e das pesquisas apontam para uma realidade promissora da medicina. Em meio às tecnologias que surgem, médicos e pacientes se beneficiam com atuações que se complementam, promovendo diagnósticos mais rápidos, tratamentos individualizados e uma medicina mais eficaz e preditiva.
Para o urologista Dr. Lucas Lampert, a medicina atual alcançou um dos mais avançados momentos de sua história. “A incorporação de tecnologias digitais, novos equipamentos, softwares médicos e a Inteligência Artificial (IA) tem permitido diagnósticos mais precisos, tratamentos mais seguros e uma medicina cada vez mais personalizada. Hoje, conseguimos aliar ciência, tecnologia e cuidado humano de forma muito mais eficiente”, aponta.

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No caso dos cuidados com a saúde do homem, por exemplo, as cirurgias urológicas minimamente invasivas representam um avanço na medicina e urologia moderna. Por meio de técnicas como videolaparoscopia,
cirurgia robótica e procedimentos endoscópicos, os pacientes com doenças urológicas já podem ser tratados — em muitos casos — sem a necessidade de grandes incisões, ou ainda sem cortes externos.
“A evolução caminha para procedimentos ainda menos invasivos, com maior precisão e recuperação mais rápida”, destaca Dr. Lampert. “Devemos avançar em cirurgias guiadas por imagem em tempo real, uso ampliado de robótica, integração de dados do paciente durante o procedimento e maior personalização das
técnicas cirúrgicas conforme o perfil de cada paciente.” Com isso, o paciente vivencia um pós-operatório mais tranquilo, com menos dor e sangramento, redução do risco de complicações e tempo mais curto de internação.
Tecnologias e inovação
Com a ideia de tratar com eficiência, segurança e menor impacto possível, as cirurgias robóticas já são uma realidade, agregando ao trabalho e conhecimento do cirurgião. Assim, neste caso, tecnologia e experiência são fatores complementares na promoção da saúde e de um tratamento mais efetivo. Isso porque é o cirurgião quem está no controle de toda a situação e do robô.
Pós-graduado em cirurgia robótica pelos Hospitais Albert Einsten, de São Paulo, e Moinhos de Vento, de Porto Alegre, e com certificação internacional da empresa responsável e da Sociedade Brasileira de Urologia, Dr. Lampert é responsável grande parte das cirurgias robóticas na área de urologia feitas em Novo Hamburgo, utilizando o robô Da Vinci. “As cirurgias robóticas oferecem maior precisão, visão ampliada em alta definição e movimentos mais delicados do que a mão humana. Isso resulta em menor trauma cirúrgico, menos sangramento, menos dor no pós-operatório, recuperação mais rápida e maior segurança para o paciente, especialmente em procedimentos complexos da urologia”, explica sobre os benefícios da técnica. Quando o assunto é a saúde masculina, a cirurgia robótica é indicada para tratar casos complexos, como câncer de próstata, câncer de rim, câncer de bexiga, entre outras doenças urológicas.

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IA na medicina
A medicina moderna também ganha agilidade nos tratamentos e auxílio nas cirurgias com o uso da Inteligência Artificial. A exemplo disso, está a plataforma de IA da IBM, Watson for Oncology, desenvolvida para auxiliar oncologistas na tomada de decisões clínicas, analisando grande volumes de dados e sugerindo opções de tratamentos personalizados de câncer.
Conforme com o Dr. Lampert, essa usabilidade tem contribuído de diferentes maneiras na medicina e no exercício do trabalho de médicos e cirurgiões. “A Inteligência Artificial já é usada no apoio ao diagnóstico, análise de exames de imagem, interpretação de dados clínicos e previsão de riscos. Também contribui para a personalização dos tratamentos, otimização de fluxos hospitalares e apoio à decisão médica. Sempre como uma ferramenta complementar, que potencializa — mas não substitui — o conhecimento e a experiência do médico”, reforça.

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