Professora de História, Tânia acredita em um impacto positivo vindo da atividade. "Na medida em que as pessoas conhecem elas passam a cuidar, a valorizar aquilo e olhar com outros olhos, sentir aquilo de outra maneira." Além da preservação histórica, os participantes foram convidados a registrar em fotos as impressões do que viram no espaço. Responsável pela aula, Cristânia Kramatschek disse que o desafio era a sensibilidade. "Fotografar sempre é bom, é sobre aprender a ver a luz e se conectar, não importa o tema."
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