A decisão do governo Trump em recuar a taxa adicional de importação sobre eletrônicos foi vista pela China como um “pequeno passo”. Os dois países estão em uma guerra comercial, especialmente após o presidente dos Estados Unidos Donald Trump elevar, mais de uma vez, a taxa de importação do país asiático.
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Foto: Alexandre Brum/G20
As isenções de eletrônicos beneficiarão empresas de tecnologia dos EUA, como Nvidia e Dell, assim como a Apple, que fabrica iPhones e outros produtos de ponta na China. No entanto, o que o governo chinês quer mesmo é a eliminação total das tarifas recíprocas.
“Instamos os Estados Unidos (…) a tomarem medidas importantes para corrigir seus erros, eliminar completamente a prática errônea de tarifas recíprocas e voltar ao caminho certo do respeito mútuo”, disse o porta-voz do ministério no texto oficial divulgado neste domingo (13).
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A tarifa

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Estados Unidos e China têm travado uma disputa ao estilo “quem tarifa mais”. O presidente Trump estabeleceu inicialmente tarifas adicionais sobre os produtos chineses de 34%, chegando a 125%, que se somam a um imposto anterior de 20% aplicado desde março, totalizando uma carga de 145%.
O governo chinês foi anunciando tarifas equivalentes, chegando aos 125%, sobre importações dos Estados Unidos.
O Brasil não ficou de fora das medidas de Trump. O país tem tarifa adicional de 10% sobre suas importações, além de 25% em aço e alumínio, esta com validade para todos os países.