Um estudo recente da Anthropic analisou milhões de interações com inteligência artificial para entender como ela está sendo usada no trabalho. A conclusão é menos dramática do que muitos imaginam: a tecnologia ainda não está substituindo profissões inteiras, mas já está transformando várias tarefas dentro delas. Escrever textos, analisar dados e programar são alguns exemplos. Em vez de desaparecer, muitas profissões começam a se reorganizar ao redor dessas ferramentas. Talvez a pergunta mais importante não seja quais empregos vão acabar, mas como o trabalho vai se transformar.

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A política também começa a ser atravessada pela inovação. Nas eleições legislativas da Colômbia surgiu Gaitana, uma candidata criada com inteligência artificial que faz campanha nas redes sociais e propõe decisões baseadas na participação online da comunidade. Oficialmente, a candidatura é de um humano, já que a legislação não permite candidatos não humanos. Ainda assim, o experimento levanta uma provocação interessante: quando a política começa a usar avatares digitais, o que muda na relação entre candidatos e eleitores?

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Na última semana aconteceu nos Estados Unidos o SXSW EDU, um dos principais encontros globais sobre inovação na educação. Educadores, pesquisadores e startups se reuniram para discutir como a forma de aprender está mudando. Mais do que novas tecnologias, o debate gira em torno de novas formas de desenvolver habilidades em um mundo de transformações rápidas. No fundo, a pergunta que aparece em quase todas as conversas é simples e inquietante: estamos preparando as pessoas para o futuro ou para um passado que já acabou?

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