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MERCOSUL-UNIÃO EUROPEIA

O que pode ficar mais barato para o brasileiro com novo acordo comercial?

Lista inclui azeite, vinho, queijo e chocolates

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Publicado em: 17/01/2026 às 10h:29 Última atualização: 17/01/2026 às 10h:30
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Com a assinatura do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE), formada por 27 países, neste sábado (17), a expectativa é de que uma série de produtos importados fiquem mais baratos para os brasileiros, entre eles queijos, vinhos, azeite e chocolates.

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Azeite importado da Europa: hoje paga 10% de tarifa e passará a pagar zero após redução gradual | abc+



Azeite importado da Europa: hoje paga 10% de tarifa e passará a pagar zero após redução gradual

Foto: Arquivo/GES

Ainda que precise do aval do Parlamento Europeu e do Congresso Nacional de cada país do Mercosul, o alívio nos preços chegará aos consumidores do Brasil.

O tratado é resultado de 26 anos de negociações, iniciadas em 1999, e é histórico porque criará uma zona de livre-comércio de mais de 720 milhões de consumidores. Combinadas, as economias somam US$ 22,3 trilhões em Produto Interno Bruto (PIB).

Para os sul-americanos, é uma oportunidade de ampliar a demanda externa para a indústria agrícola. Para europeus, a maior abertura do mercado do Brasil e seus vizinhos poderá impulsionar a indústria manufatureira.

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Azeite, vinho, queijo e chocolates

Veja abaixo alguns exemplos de produtos europeus que deverão chegar mais baratos ao Brasil ao longo dos próximos anos:

Azeite – hoje paga 10% de tarifa e passará a pagar zero após redução gradual

Vinho – hoje paga 35% de tarifa e passará a pagar zero após redução gradual

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Outras bebidas (exceto vinho) – hoje pagam até 35% de tarifa e passarão a pagar zero após redução gradual

Chocolate – hoje paga 20% de tarifa e passará a pagar zero após redução gradual

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Queijo – hoje paga 28% de tarifa e passará a pagar zero, até uma cota de 30 mil toneladas

Leite em pó – hoje paga 28% de tarifa e passará a pagar zero, até uma cota de 10 mil toneladas

Fórmula para bebês – hoje paga 18% de tarifa e passará a pagar zero, até uma cota de 5 mil toneladas

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