A mudança na regulamentação do Pix publicada pelo Banco Central na quinta-feira (6) envolve irregularidades nas chaves de pessoas e empresas.
De acordo com o chefe-adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central, Breno Lobo, 8% da base total de chaves Pix tem algum tipo de problema.

Foto: arquivo
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Desses, a maior parte apresenta divergências pontuais, de grafia, entre o nome vinculado à chave e o vinculado a um CPF, por exemplo.
A situação envolve pouco menos de 8 milhões chaves de pessoas físicas, 98% – ou aproximadamente 7,8 milhões – dizem respeito a usuários que faleceram, mas não tiveram seus nomes retirados do DICT, a base de dados que armazena as informações.
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“A gente espera que o próprio banco resolva esses problemas de grafia, sem precisar conversar com seus clientes”, disse Lobo, durante uma entrevista coletiva para comentar novos mecanismos de segurança para o Pix lançados pelo BC.
“Fica também a critério de cada banco, mas a nossa expectativa é de que cada banco resolva esse problema.”
Em relação à situação cadastral, Lobo disse que 99% das mais de 796 milhões de chaves Pix de pessoas físicas estão regulares.
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Chaves Pix de pessoas jurídicas
Entre as quase 40 milhões de chaves Pix de pessoas jurídicas, 95% estão regulares – aproximadamente 38 milhões. São quase 2 milhões de chaves com alguma irregularidade. “Você vê que são coisas bem residuais, e que o grosso do que a gente quer combater, realmente, é a questão dos golpes”, afirmou o técnico.