A receita de sucesso da Pastelina foi o tema do Prato Principal, evento realizado pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV) na quinta-feira (26). O encontro ocorreu no Swan Novo Hamburgo e foi conduzido por Valéria Anhaia, gerente de marketing da empresa gaúcha que tem sede em Porto Alegre e possui 76 anos de trajetória.

Foto: Juliana Nunes/GES-Especial
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Segundo Valéria, o salgadinho é o mesmo produzido desde a década de 70, tendo sofrido apenas uma pequena alteração no “mascote” da embalagem. A origem vem das sobras de uma massa de pastel produzida pela empresa na época. Depois de conquistar o RS, parte de Santa Catarina e entrar, aos poucos, no mercado do Paraná, a marca chegou aos Estados Unidos, mais precisamente na Flórida e na Califórnia. O envio ocorreu mediante uma parceria.
“São áreas dos EUA em que há muitos gaúchos. Estamos muito felizes com o resultado. Estamos avançando com passos firmes e ancorados na realidade”, conta a gerente de marketing.
Produção

Foto: Juliana Nunes/GES-Especial
Para dar conta do aumento da demanda, a empresa já iniciou a expansão de sua fábrica na capital. “Hoje temos capacidade de produzir 25 mil pacotes de Pastelina por dia e, em maio, chegaremos a 50 mil pacotes diários”, antecipa Valéria.
Resiliência e união durante a enchente
O processo de expansão iniciou em 2024, mas precisou ser interrompido por conta das enchentes que assolaram o RS, incluindo o bairro Floresta, onde fica a unidade fabril de Porto Alegre. Valéria lembra que, durante as cheias, a empresa perdeu matéria-prima, produtos e maquinários. A união dos colaboradores foi essencial, assim como o apoio de fornecedores e clientes.
“Durante nossa reconstrução, fornecedores e clientes tiveram papel essencial, confirmando a confiança que tinham na nossa empresa”, destaca.