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CONTRA O HAITI

Brasil chega à 2ª rodada sem as “desculpas” da estreia e mudança na seleção; veja a possível escalação e o horário do jogo

Pressionada, Seleção segue sem resolver equações: time-base, formação tática e estilo de jogo. Contra o Haiti, teremos, enfim, as respostas?

Publicado em: 19/06/2026 às 09h:24
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O empate diante do Marrocos por 1 a 1, na primeira rodada da Copa do Mundo, na semana passada, deixou muita gente com a pulga atrás da orelha. O Brasil não jogou bem, escapou de uma derrota por um lampejo de Vini Júnior e recebeu uma enxurrada de críticas por parte dos agentes do mundo da bola.

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A turma que gosta de apagar incêndios, porém, estava de prontidão para citar os mesmos argumentos de sempre: ansiedade pela estreia e pressão da camisa sobre os jogadores. Neste sábado (19), às 21h30, horário de Brasília, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, não há mais desculpa.

A Seleção enfrenta o Haiti, 83º lugar no ranking da Fifa, com a obrigação de vencer e encaminhar a vaga para a primeira fase do mata-mata. Aliás, mais do que triunfar, é imperativo apresentar desempenho e tecer alguma autocrítica.

Foto: Rafael Ribeiro/CBF
Foto: Rafael Ribeiro/CBF

“Sabemos que não começamos bem a Copa. Temos total consciência disso. Não é o jogo que queremos. Somos o Brasil. A equipe que quer ter a bola o tempo todo. É um confronto que passou e fica de aprendizado para um grande jogo no futuro. Com certeza, vamos mostrar toda a nossa força. A gente sabe o que tem que fazer dentro de campo. O que podem esperar de nós é muita entrega e dedicação em campo”,  prometeu o zagueiro Magalhães.

Alguém sabe quem são os 11 do Brasil?

O Brasil chega à segunda rodada do Grupo C do Mundial ainda em construção e sem repetir uma escalação durante a era Carlo Ancelotti. Para corroborar a falta daquela formação que cai rápido na boca do povo, o técnico avisou que fará novamente mudanças.

Na lateral direita, Danilo deve ganhar a vaga de Ibañez. Casemiro, com um cartão amarelo, é outro que tem a titularidade ameaçada, enquanto Cunha, no ataque, é o favorito a substituir Igor Thiago. O treinador ainda pode trocar Paquetá por Luiz Henrique.

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A torcida verde e amarela também não sabe se o Brasil vai permanecer no 4-3-3 ou retornará ao 4-2-4 das Eliminatórias e dos amistosos.

Alvo de críticas ferozes após o encontro com Marrocos, Ancelotti, para justificar este número elevado de interrogações, avisou que não está preocupado em carimbar uma identidade para sua seleção.

“Minha equipe tem que fazer várias coisas. Defender com bloco baixo e atacar aproveitando a qualidade dos jogadores. Você não tem que esperar uma identidade clara porque eu não quero isso. Quero uma equipe que saiba apresentar muitas facetas do futebol”, declarou o comandante.

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E o Endrick, Mister?

Entre as inúmeras contestações ao trabalho de Ancelotti, uma delas ganhou força no público e na crônica esportiva: Endrick.

O centroavante do Real Madrid, emprestado ao Lyon (FRA) na temporada passada, contudo, não tem a escalação assegurada e deve seguir como uma possível arma para o segundo tempo, conforme as pistas apresentadas por Carleto na sexta-feira (18).

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“Temos que colocar Endrick no momento correto (risos). Vamos esperar um pouco. Vai ser importante. Um talento extraordinário. O Brasil vai aproveitar as suas qualidades nessa Copa e no próximo Mundial. Ele é paciente, não tem pressa. Um menino muito maduro para a sua idade”, encerrou o assunto.

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