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Copa do Mundo: Brasil estreia em mundial histórico com 48 seleções e sede tripla

Pela primeira vez, 48 seleções disputarão o título mundial, ampliando o alcance da competição e abrindo espaço para estreantes

Jorge Grimaldi
Publicado em: 11/06/2026 às 08h:16 Última atualização: 11/06/2026 às 08h:16
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A espera foi menor, mas a dimensão é ainda maior. Três anos e meio após a Copa do Mundo do Catar, o principal torneio do futebol retorna com uma edição histórica e repleta de novidades.

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Pela primeira vez, 48 seleções disputarão o título mundial, ampliando o alcance da competição e abrindo espaço para estreantes como Cabo Verde, Curaçao, Jordânia e Uzbequistão. Elas se juntam a potências tradicionais como o Brasil, que inicia a busca pelo hexacampeonato, além da atual campeã Argentina, França e Alemanha.

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Copa do Mundo

Foto: BERND WEISSBROD/DPA/DPA PICTURE-ALLIANCE VIA AFP

O ciclo entre as duas edições foi encurtado em razão da realização da Copa de 2022 no mês de dezembro. Agora, os olhos do planeta se voltam para a América do Norte, que recebe um Mundial sem precedentes. Canadá, Estados Unidos e México compartilham pela primeira vez a organização do torneio, transformando o continente em um gigantesco palco esportivo.

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A competição começa hoje com o confronto entre México e África do Sul e segue até 19 de julho, quando será disputada a grande final. Ao todo, o Mundial terá 104 partidas.

A grandiosidade do evento também aparece na estrutura. Serão 16 cidades-sedes espalhadas pelos três países anfitriões. O México reforça sua tradição ao receber mais uma Copa do Mundo e recolocar em evidência o lendário Estádio Azteca, palco dos títulos de Pelé, em 1970, e de Diego Maradona, em 1986.

O Canadá estreia como sede do torneio, enquanto os Estados Unidos concentram a maior parte dos jogos em arenas modernas adaptadas para o futebol.

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É justamente em solo norte-americano que o Brasil tenta repetir uma história de sucesso. Foi nos Estados Unidos que a seleção conquistou o tetracampeonato em 1994, eternizado pela imagem do capitão Dunga erguendo a taça.

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Agora, a equipe inicia uma nova caminhada sob o comando do técnico italiano Carlo Ancelotti, contratado para conduzir o país de volta ao topo do futebol mundial. Dentro de campo, a liderança caberá ao zagueiro Marquinhos, que assume a braçadeira usada por nomes históricos em Copas do Mundo, como Bellini, Mauro Ramos, Carlos Alberto Torres e Cafu.

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