Onze pessoas viraram réus por envolvimento no ataque ao ônibus do Grêmio em 16 de agosto deste ano. O crime aconteceu nas dependências do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, quando um grupo de torcedores invadiu o local e jogou uma pedra no veículo da delegação Tricolor.
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Foto: Reprodução/Redes sociais
Na ocasião, mais de 40 pessoas atacaram o ônibus “proferindo xingamentos e ameaças contra os integrantes da delegação, em face do mau desempenho do time”, de acordo documento em posse do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.
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As 11 pessoas que se tornaram réus passam a responder pelo crime de associação criminosa e, depois de intimados, terão dez dias para se manifestar em relação à acusação. A decisão é da juíza de direito Jocelaine Teixeira, proferida durante a realização de audiência preliminar na quarta-feira (19), no Foro Central I.
Pedido de preventiva negado
O Ministério Público apontou um dos réus como mentor do crime e pediu pela prisão preventiva, o que foi negado pela Justiça. No entanto, o acusado deve cumprir as seguintes medidas cautelares: a proibição de ir a qualquer jogo de futebol, no Brasil ou no estrangeiro, de interação com o Grêmio, na condição de representante de torcida, e de uso do Trensurb em dias de jogo na capital.