A tempestade com fortes ventos que atingiu Morristown na noite de sexta-feira (3) não amenizou o calor na manhã deste sábado (4), na região de Nova Jersey onde a seleção brasileira está baseada durante a Copa do Mundo. O último treino antes de enfrentar a Noruega, pelas oitavas de final, foi realizado sob temperatura de 33 graus, muito sol e sensação térmica superior a 40 graus.

Foto: Rafael Ribeiro/CBF
Todos os jogadores foram a campo, com exceção de Lucas Paquetá, que continua em tratamento para tentar se recuperar de uma lesão na coxa esquerda. Raphinha voltou a calçar chuteiras e entrou no gramado, em fase final de recuperação da lesão muscular na coxa, mas não será titular contra a Noruega neste domingo (5). no MetLife Stadium, às 17h (de Brasília), em East Rutherford. A tendência é que fique como opção no banco de reservas.
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Para a vaga de Paquetá, o favorito é Gabriel Martinelli, que trabalhou a maior parte do tempo entre os titulares no treinamento de sexta-feira (3). No entendimento da comissão técnica, ele consegue manter a estrutura com três homens no meio de campo de maneira mais eficiente do que Danilo Santos. Martinelli foi o responsável por marcar o gol da vitória da Seleção contra o Japão, pela fase de 16-avos de final.
Expectativa de quebra de tabu
Neste domingo, contra a Noruega, o Brasil tentará quebrar um tabu histórico. A Seleção nunca venceu a equipe norueguesa na história, sendo o país europeu o único que jamais perdeu para o Brasil. Em quatro confrontos na história, foram dois empates e duas derrotas.
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Os mais marcantes foram a vitória da Noruega por 2 a 1, na fase de grupos da Copa do Mundo de 1998, e o empate em 1 a 1 em 2006 em um amistoso, na última vez em que as equipes se enfrentaram.
Para o Brasil, além da tensão para quebrar o tabu contra os noruegueses, a vitória vale a manutenção de uma longa hegemonia. Desde 1994 que as campanhas brasileiras alcançam, pelo menos, a fase de quartas de final.