Chegou o momento mais esperado da temporada neste início de ano: o Gre-Nal 444. Como de costume, há uma grande expectativa sobre a partida deste sábado, às 21 horas, na Arena, válida pela sexta rodada do Campeonato Gaúcho. O clássico por si só já gera uma ansiedade, tanto por parte dos torcedores quanto por quem está diretamente ligado à disputa. Para aflorar ainda mais esse sentimento, o confronto provocará duas estreias, ambas nas casamatas.

Foto: Gabriel Renner
Do lado do mandante, este será o primeiro jogo de Gustavo Quinteros comandando o Grêmio contra o seu maior rival. Líder do Grupo A com 10 pontos, o Tricolor vem de uma derrota para o Juventude em Caxias do Sul. Após a partida na Serra, onde utilizou um time alternativo, o técnico explicou o fato de alguns titulares terem jogado poucos minutos. Tudo pensado para sábado
“Gosto primeiro que os jogadores saibam quem vai jogar para depois dizer publicamente isso. Mas sim, o time está montado (para o clássico). Contra o Juventude, eu queria dar minutos a alguns jogadores que talvez não poderão jogar sábado. Fisicamente, todos estarão bem para a partida. Villasanti estava bem para jogar alguns minutos e optei por usá-lo. Dodi também estará inteiro”, disse, após sua primeira derrota pela equipe gremista.
Já do outro lado, a estreia de Roger Machado será pelo Inter contra o Grêmio na Arena. Após golear o Brasil de Pelotas no Beira-Rio e manter a liderança do Grupo B, com 13 pontos, o técnico colorado comentou sobre a recepção que receberá no estádio gremista.
eberá no estádio gremista. “Não é uma semana igual às outras. A ansiedade é diferente, mas boa porque faz você estar mais atento aos detalhes. Meu foco não estará na recepção que terei, mas na motivação do nosso grupo, que lida bem nos momentos de maior pressão. Espero ser bem recebido, sim. Não imagino algo diferente. Mas, quando a rivalidade entra em campo, a gente sabe como as emoções acontecem”, iniciou.
“O que me preocupa é trabalhar os dias que antecedem pensando no coletivo, e não na atmosfera que eu devo encontrar na Arena. O processo de pressão faz parte do jogo e cabe ao profissional administrar da melhor forma”, completou.
A dúvida que paira no ar sobre a recepção se dá pela história que Roger teve ao longo de uma década como jogador gremista. Como treinador do Grêmio, ele disputou três Gre-Nais na Arena. Teve uma vitória, um empate e uma derrota. Já como adversário, o equilíbrio se manteve: o histórico aponta duas vitórias (por Palmeiras e Bahia), dois empates (Noia e Bahia) e duas derrotas (ambas pelo Juventude).
O jogo

Foto: Gabriel Renner