O lutador brasileiro de MMA Godofredo Castro de Oliveira, conhecido como Godofredo Pepey, morreu no domingo (9) em uma unidade prisional na Flórida, Estados Unidos.
Natural de Fortaleza, Ceará, o atleta de 38 anos estava detido desde 30 de junho de 2025, após um episódio de violência doméstica contra sua esposa Samara Mello, na cidade de Deerfield Beach.

Foto: Redes sociais/Reprodução
Pepey cumpria detenção por ter agredido fisicamente Samara, causando hematomas e danificando partes da residência onde o casal morava.
Segundo informações do g1, a prisão aconteceu depois que ele impediu a esposa de sair da casa ou usar o telefone para pedir ajuda. Vizinhos acionaram a polícia no dia seguinte ao incidente.
Participação no The Ultimate Fighter Brasil
O lutador ganhou destaque no cenário nacional e internacional após participar da primeira temporada do The Ultimate Fighter Brasil, reality show exibido em 2012. Pepey terminou como vice-campeão no torneio peso-pena do programa.
Após sua participação no reality, o cearense construiu uma carreira no UFC, onde disputou 11 lutas, conquistando cinco vitórias e sofrendo seis derrotas. Dispensado da organização em 2018, realizou mais três combates até 2022. Seu histórico profissional registra 14 vitórias, sete derrotas e um “No Contest”.
Em 2024, Pepey tentou ingressar na política como candidato a vereador de Fortaleza, mas não conseguiu se eleger.
O que se sabe até o momento
As circunstâncias exatas da morte ainda não foram divulgadas. O caso está sob investigação, seguindo os procedimentos padrão para óbitos ocorridos sob custódia nos Estados Unidos.
Samara Mello está cuidando das questões legais para a liberação do corpo do atleta.
Gaudênio Santiago, advogado dela, manifestou-se sobre o caso: “A morte de alguém sobre custódia é um fato grave. Para isso existem procedimentos que devem ser cumpridos pelas autoridades americanas e toda e qualquer notícia será divulgada por essas autoridades. Até lá, peço respeito à família, sua esposa Samara e evitem comentários maldosos e especulações, para que não se propague cada vez mais o sofrimento”.