abc+

Fala, Galera

Curiosidade incentiva pesquisa sobre moradas na Peixinho Dourado

A trilha de conhecimento das crianças ultrapassa a questão do espaço físico propriamente dito

Publicado em: 05/05/2026 às 15h:10 Última atualização: 05/05/2026 às 15h:10
Publicidade

Os pequenos alunos da Faixa Etária 3 da Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Peixinho Dourado, no bairro Liberdade, tinham uma curiosidade coletiva: conhecer mais sobre as diferentes “moradas” — sejam elas dos gatinhos, cachorrinhos, formiguinhas ou, mesmo, de gente grande e de gente “miúda”.

Publicidade

Primeira "morada" a ser pesquisada pelas crianças foi a "barriga da mamãe" | abc+



Primeira “morada” a ser pesquisada pelas crianças foi a “barriga da mamãe”

Foto: Francine Silva/Especial

Foi assim que a professora Fernanda Marques Francisco se deparou com a seguinte pergunta: “mas onde a gente morava antes de vir pra nossa casa?”. E assim os pequenos pesquisadores foram descobrindo sobre a “barriga da mamãe”, a primeiríssima das moradas.

Para a profe Fernanda, a trilha de conhecimento das crianças ultrapassa a questão do espaço físico propriamente dito. “É uma pesquisa de pertencimento, de vínculo, de se sentirem parte”, explica, ao frisar que o tema surgiu da escuta atenta dos pequenos. Inclusive, as mães foram convidadas a participar, contando como foi a gestação e o tempo de cada criança na barriga.

“A partir dessas falas, começamos uma investigação sensível sobre as moradas do mundo. Cada traço e cada escolha revela não apenas espaços físicos, mas afetos, relações e memórias”, destaca.

Agora, os pequenos curiosos querem descobrir os diferentes tipos de residências. “É uma forma deles entenderem seu lugar no mundo”, afirma.

Publicidade

Mães foram convidadas a falar sobre a gestação | abc+



Mães foram convidadas a falar sobre a gestação

Foto: Francine Silva/Especial

Publicidade