Foi durante a leitura de um livro em sala de aula que os alunos da Faixa Etária 3 da Emei Sementinha Viva, no bairro Roselândia, começaram a se perguntar sobre a formiguinha. O detalhe: o livro não era sobre a formiga em si, que estava como coadjuvante na história.
Mesmo assim, o pequeno inseto foi a grande atração do conto. Logo depois, uma formiga infiltrada num copo d’água voltou a chamar a atenção das crianças, que correram para mostrar à professora. Ao perceber a curiosidade crescente dos pequenos, a educadora Kássia Loh Barth começou o processo de investigação com a turma, desenvolvendo as habilidades através da temática do inseto.

Foto: Francine Silva/Especial
Primeiro, os alunos queriam saber onde ficava a “casa” das formigas. E foi assim que eles descobriram os formigueiros no pátio da escola. Cada novo formigueiro era uma festa entre as crianças. Depois, queriam saber o que acontecia quando a água inundava a “casa”. Em seguida, foi a vez de descobrir o que elas comiam.
“E assim seguimos com a pesquisa, sempre atentos ao interesse das crianças, pois é dessa forma que se incentiva à pesquisa desde cedo”, destaca a diretora Joseane Rodrigues de Oliveira. O ensino através da pesquisa faz parte da metodologia de ensino da rede, desde a educação infantil até os anos finais.

Foto: Francine Silva/Especial