É a partir do movimento do corpo que os alunos da Faixa Etária 3 da Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Pequeno Polegar, no bairro Guarani, começam a construir a base que os fará escrever no futuro. Atenta à manifestação corporal dos alunos desde o período de adaptação, a professora Talia de Moura percebeu como o movimento do corpo refletia na produção de marcas gráficas.

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E foi a partir disso que a educadora começou a desenvolver a exploração gráfica-corporal para o desenvolvimento da motricidade fina dos pequenos. “Eles sempre mostraram que gostavam de usar o corpo para se manifestar, inclusive optando por usar a tinta no próprio corpo ao invés do papel”, observa Talia.
E essas diferentes superfícies riscantes são exploradas pela educadora, permitindo que as crianças peguem gosto por se expressarem e, de certa forma, já trabalhem a base que, no futuro, se transformará em escrita.
“A ideia é que, no segundo semestre, elas já consigam passar para espaços menores, como a folha de papel tradicional”, explica. Entusiasta da Educação Infantil, a docente já comemora os avanços nos traços da turma, que já estão mais firmes e aprimorados. “E não só isso: ajuda em várias esferas como, por exemplo, eles já conseguem identificar as cores”, celebra.

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