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Fala, Galera

Na Emeb Harry Roth, até o Alfaletrar trabalha relações étnico-raciais

Coordenado pela professora Giorgia Dornelles e Silva, o Alfaletrar da Harry Roth faz uso das temáticas indígenas e africanas, além de valorização do papel das mulheres na história, no processo de alfabetização

Publicado em: 23/06/2026 às 12h:35 Última atualização: 23/06/2026 às 12h:36
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Além de apoiar os alunos no desenvolvimento da leitura e escrita, o Ateliê Alfaletrar da Emeb Harry Roth, no bairro Santo Afonso, une o aprendizado das letrar com outro ponto importante da educação: as relações étnico-raciais, dentro da proposta da Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER).

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Apoio na alfabetização já é sentido em sala de aula | abc+



Apoio na alfabetização já é sentido em sala de aula

Foto: Francine Silva/Especial

Coordenado pela professora Giorgia Dornelles e Silva, o Alfaletrar da Harry Roth faz uso das temáticas indígenas e africanas, além de valorização do papel das mulheres na história, no processo de alfabetização — utilizando literatura, arte e biografia de personalidades importantes da comunidade.

A “dobradinha” entre o Alfaletrar e o ERER é resultado das ações da profe Giorgia, que além de cuidar do apoio no desenvolvimento da alfabetização dos alunos da escola, também integra o grupo de professoras “sementeiras” — como é chamado o programa da rede municipal de ensino que fomenta a diversidade, equidade e educação antirracista em sala de aula.

Ao todo, 30 estudantes, divididos em pequenos grupos, são atendidos pelo Alfaletrar na escola. “Já vemos o avanço das crianças ao longo deste semestre, com as profes de sala de aula vendo o resultado prático. Inclusive, já tem aluno que vai “ganhar alta” do projeto”, conta.

Emeb Harry Roth - Fala, Galera 2026 | abc+



Emeb Harry Roth – Fala, Galera 2026

Foto: Francine Silva/Especial

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