Na Emei Aldo Pohlmann, no bairro Industrial, o gosto pela leitura começa antes mesmo das crianças aprenderem as primeiras letras do alfabeto. Por lá, os cerca de 130 alunos das faixas etárias 2 a 5 já começam a experimentar as páginas dos livros desde cedo, inclusive com carteirinha de leitor na biblioteca da escola.

Foto: Francine Silva/Especial
Isso mesmo, cada criança da Emei já conta com seu próprio cartão de identificação para a retirada de livros, com direito à sacola exclusiva e até um tutorial em áudio (acessado por QR Code) destinado às famílias para os pais aprenderem como aproveitar melhor este momento de leitura em casa.
Mas não são só os pequenos que têm ficha na biblioteca. Os professores também foram provocados a escolher um livro por semana para retirada. “Não adianta termos um acervo intacto ou só na escola. Ele é para isso: ser explorado, aproveitado, lido”, destaca a professora Deisi Fenner, responsável pelo projeto de Mediação de Leitura em conjunto com a profe Daniela Linck.
E os frutos já são percebidos pelas educadoras. “As crianças gostam muito deste momento, de escolher o livro, de contar quem leu para ela em casa. Tem até aluno que pede para levar mais de um, para que o papai também possa ler”, celebra Deisi.

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