Uma biblioteca pensada a partir da altura das crianças de 3, 4 e 5 anos: com livros em estantes acessíveis e que enchem os olhos dos pequenos futuros leitores. Foi pensando em qualificar ainda mais o espaço de interação com a leitura que a Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Sementinha Viva, no bairro Roselândia, transformou a biblioteca: cortou as estantes ao meio, ampliou o repertório de livros e fez do local um ponto de encontro semanal dos 95 alunos com os livros.

Com a colaboração da professora Caroline dos Santos Borges, responsável pelo projeto Mediação e Leitura, a biblioteca também ganhou novo nome. “A partir da leitura do livro ‘A velhinha que dava nome às coisas’, os alunos foram convidados a sugerir um novo nome para a biblioteca. Depois, os três mais citados foram levados para a votação da comunidade escolar, fazendo todos se sentirem parte da biblioteca”, conta. Foi então que nasceu a nova Biblioteca Florescer.
Toda semana, os pequenos exploram o local e escolhem um livro para ler em família. “Mesmo ainda sem saber ler, o contato com o livro faz eles explorarem as imagens, despertar a imaginação e, por consequência, encaminha para o letramento”, defende.

Foto: Francine Silva/GES-Especial