A prefeitura do Rio de Janeiro solicitou à Justiça o bloqueio da mansão de Renato Aragão, à venda por R$ 18 milhões, no Recreio dos Bandeirantes, zona sudoeste da cidade.
O pedido foi apresentado em 28 de abril deste ano no processo de execução fiscal que cobra R$ 548.283,69 em IPTU atrasado do imóvel. A dívida acumula impostos não pagos entre 2021 e 2023. As informações são da coluna de Fábia Oliveira, no portal Metrópoles.
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Foto: Redes Sociais/Reprodução
O município iniciou a ação de execução fiscal contra o humorista em dezembro de 2025. O processo visa cobrar o valor referente a três anos consecutivos de IPTU não quitado da propriedade. Ainda de acordo com a colunista, o imóvel está à venda por R$ 18 milhões.
Em 9 de janeiro deste ano, a juíza Katia Cristina Nascente Torres determinou a citação do eterno Didi Mocó para pagar a dívida no prazo de cinco dias. Uma carta foi expedida e endereçada ao imóvel objeto do processo após a determinação judicial.
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Na manifestação de 28 de abril, a prefeitura solicitou que Renato Aragão seja citado diretamente por um oficial de Justiça, caso a carta expedida não funcione. O município pediu ainda que o humorista seja citado por edital, caso um oficial de Justiça não consiga encontrá-lo para cumprir o procedimento.
Nessa hipótese, a prefeitura requereu que o juiz autorize o “arresto” da mansão. O arresto significa que o imóvel ficaria bloqueado, impedindo a venda ou outro tipo de destinação. O objetivo é garantir que a dívida seja paga.
Com a petição recente, o município busca assegurar que a eventual dificuldade de localizar o famoso não impedirá o pagamento do montante em aberto.