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Coca-Cola sofre retirada massiva de produtos por excesso de substância prejudicial à saúde

Empresa engarrafadora pediu que consumidores não bebam produtos com lotes afetados e se desculpou pelo acontecido

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Publicado em: 28/01/2025 às 11h:55 Última atualização: 28/01/2025 às 11h:55
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Na Europa, os produtos da Coca-Cola sofreram uma retirada massiva, nesta segunda-feira (27). O recolhimento foi ordenado pela empresa engarrafadora na Bélgica.

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Apenas garrafas de vidro e latas retornáveis estão com lotes afetados | abc+



Apenas garrafas de vidro e latas retornáveis estão com lotes afetados

Foto: Coca-Cola Europacific Partners/Divulgação

Os produtos foram retidos por conta de concentração extremamente alta de clorato, nos lotes 328 GE e 338 GE. A substância vem do cloro, usado no tratamento da água para o processamento dos alimentos, e está associada a problemas de saúde por interferir no funcionamento da glândula tireóide. Entretanto, a empresa afirma que “a análise de peritos independentes conclui que qualquer risco associado para os consumidores é muito baixo”.

Além disso, não foi esclarecido quantos produtos foram afetados. “Não temos números exatos, mas está claro que é uma quantidade considerável”, explicou a Coca-Cola Europacific Partners Belgium à agência de notícias internacional AFP.

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Os produtos recolhidos

Foram recolhidos lotes de garrafas de vidro e latas retornáveis que estavam em circulação desde novembro de 2024. Os produtos são refrigerantes Coca-Cola, Sprite, Fanta, além das bebidas Fuze Tea, Minute Maid, Nalu, Royal Bliss, vendidos na Bélgica, Luxemburgo, Reino Unido, Holanda, Luxemburgo, França e Alemanha.

O clorato veio de um recipiente específico, usado no processo de tratamento da água, em uma fábrica da cidade de Gante, na Bélgica.

A empresa afirmou, ainda na segunda-feira, que a maioria dos produtos que ainda estavam nas lojas já foram retirados, menos nos países França, Alemanha e Reino Unido, onde foi enviado um “estoque muito limitado”. “Continuamos tomando medidas para retirar os produtos que permanecem no mercado”, pontuou.

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Ela pede que os consumidores, que já compraram os produtos com os lotes afetados, não consumam e os devolvam ao ponto de venda. Assim que entregarem a garrafa ou lata, serão reembolsados. “Pedimos desculpas aos consumidores e aos nossos sócios comerciais”, disse a empresa.

*Com informações de La Nación e AFP

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