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CRIME

"Disseram que não foi tão grave": Mãe de menino brasileiro que teve dedos decepados acusa escola de Portugal de minimizar caso

Caso ganhou repercussão após a mãe compartilhar a denúncia nas redes sociais, gerando mobilização internacional

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Publicado em: 21/11/2025 às 11h:39 Última atualização: 21/11/2025 às 11h:40
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A mãe de um menino brasileiro que teve dois dedos decepados por colegas em uma instituição de ensino em Portugal revelou que a escola minimizou a gravidade do incidente. “Perguntei a gravidade do ocorrido [para a escola] porque eu não conseguia ver os ferimentos. E me responderam que não foi tão grave”, declarou Nívia Estevam, de 27 anos, em entrevista exclusiva ao Fantástico, que será exibida no próximo domingo (23).

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Governo de Portugal investiga caso de menino brasileiro que teve dedos mutilados em escola | abc+



Governo de Portugal investiga caso de menino brasileiro que teve dedos mutilados em escola

Foto: Arquivo pessoal

Conforme revelado pela reportagem, Nívia contou que só descobriu a real dimensão dos ferimentos do filho, de 9 anos, momentos antes de chegarem ao hospital. Segundo ela, apenas cinco minutos antes de acessarem a unidade médica soube que o menino havia perdido parte dos dedos durante a agressão.

O caso ganhou repercussão após a mãe compartilhar a denúncia nas redes sociais, gerando mobilização internacional. Um grupo de advogados pretende levar o assunto aos tribunais, conforme informações divulgadas.

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A agressão aconteceu dentro da própria escola onde o menino estudava em Portugal, embora não tenha sido especificada a cidade ou região exata do estabelecimento. Também não foram divulgados detalhes sobre as circunstâncias que levaram ao ataque, a idade do menino, quais dedos foram afetados, nem se houve tentativa de reimplante.

“Fiquei com medo de voltar pela nossa integridade”, afirmou Nívia, expressando preocupação com a segurança da família após o ocorrido. Ela também destacou seu papel como protetora: “Nós somos os protetores dos nossos filhos. Se a gente não lutar por eles, quem é que vai fazer isso?”.

Para a mãe, o incidente ultrapassa os limites do que poderia ser classificado como bullying.

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