O governo brasileiro não irá pagar o traslado do corpo da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, que morreu após cair em uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia. Segundo o Itamaraty, não está previsto legalmente ou na base orçamentária brasileira arcar com esse tipo de custo.
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Foto: Reprodução/Instagram
O Decreto nº 9.199/2017 estabelece que a assistência consular não inclui o pagamento de despesas com sepultamento e traslado de corpos de brasileiros falecidos no exterior, nem despesas com hospitalização, exceto em casos médicos específicos e atendimento emergencial de caráter humanitário.
Ex-jogador que quer custear translado
Dessa forma, as despesas de repatriação do corpo de Juliana deveriam ficar por conta da família, mas o ex-jogador de futebol Alexandre Pato se prontificou a custear o translado. A informação foi divulgada pelo perfil do Instagram Alfinetei.
Segundo a página, o ex-atleta entrou em contato afirmando que gostaria de pagar pela viagem para trazer o corpo de Juliana para o Brasil.
“Quero pagar esse valor para que todos tenham paz e para que ela possa descansar ao lado da família”, disse. Ainda conforme a página, ele já teria procurado a família de Juliana para oferecer ajuda, mas não havia obtido respostas até esta tarde.
O caso
A jovem caiu enquanto fazia trilha em um vulcão, na ilha de Lombok, no sábado (21), e permaneceu no local desde então. Equipes de resgate, com apoio de voluntários, passaram quatro dias trabalhando na operação. Nessa terça-feira (24), a família confirmou que a jovem foi encontrada sem vida.
O corpo da brasileira Juliana Marins foi retirado do vulcão Rinjani no início da manhã desta quarta-feira (25), no horário de Brasília — noite de quarta, na Indonésia.
*Com informações de Metrópoles.