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QUEDA DE TRILHA

Ex-jogador do Inter paga translado de brasileira que morreu em vulcão na Indonésia

Ex-atleta ajuda família de Juliana Marins, de 26 anos, que faleceu após acidente no Monte Rinjani; governo brasileiro não cobre este tipo de despesa

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Publicado em: 25/06/2025 às 15h:30 Última atualização: 25/06/2025 às 15h:32
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O ex-atacante Alexandre Pato decidiu financiar o traslado do corpo de Juliana Marins, brasileira que morreu após cair de um penhasco no Monte Rinjani, na Indonésia. A informação foi confirmada nesta quarta-feira (25) ao portal ge. O ex-jogador já entrou em contato com os familiares da vítima.

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Imagens do corpo de Juliana Marins foram divulgados pela imprensa da Indonésia | abc+



Imagens do corpo de Juliana Marins foram divulgados pela imprensa da Indonésia

Foto: X/Reprodução

Juliana Marins, de 26 anos, faleceu durante uma trilha no vulcão Monte Rinjani, destino turístico conhecido na Indonésia. Sem a ajuda oferecida pelo ex-atleta, a família teria que arcar integralmente com os custos do transporte do corpo para o Brasil.

A iniciativa de Pato ocorre porque a legislação brasileira não prevê cobertura governamental para este tipo de despesa. A lei 9.199/2017 estabelece que “a assistência consular não inclui o pagamento de despesas com sepultamento e translado de corpos de brasileiros falecidos no exterior, nem despesas com hospitalização, exceto em casos médicos específicos e atendimento emergencial de caráter humanitário”.

O ex-jogador, que atuou por clubes como Internacional, Milan, Corinthians, São Paulo e pela seleção brasileira, tomou conhecimento do caso e se dispôs a ajudar financeiramente a família da jovem.

Não foram divulgados detalhes sobre quando o corpo será transportado para o Brasil ou qual será o valor total do traslado. Também não há declarações oficiais de Alexandre Pato ou da família de Juliana sobre o acordo.

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Com o apoio do ex-atacante, os familiares da brasileira poderão realizar o traslado do corpo da Indonésia para o Brasil, evitando o alto custo que teriam que assumir devido à falta de cobertura governamental.

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