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"Jamaica que existe hoje não existirá amanhã": Furacão Melissa alcança a terceira menor pressão registrada no Atlântico

Furacão monstro já havia superado Katrina na manhã desta terça-feira e seguiu com pressão em queda, o que aumenta preocupação no Caribe

Nadine Funck
Publicado em: 28/10/2025 às 12h:57 Última atualização: 28/10/2025 às 13h:12
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O furacão Melissa segue com pressão central em queda, o que aumenta o alerta de perigo para a Jamaica. O país caribenho deve sentir os impactos destrutivos do furacão monstro entre esta terça (28) e quarta-feira (29).

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A projeção é de chuva de mil milímetros em curto período, deslizamentos de terra que podem devastar áreas de cidades interioranas, rajadas de vento de até 400 km/h e maré de tempestade na costa, com avanço de água sobre a terra.

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Imagem de satélite mostrou furacão Melissa na manhã desta terça-feira, 28 de outubro de 2025 | abc+



Imagem de satélite mostrou furacão Melissa na manhã desta terça-feira, 28 de outubro de 2025

Foto: NOAA/GOES-EAST

Melissa havia superado mais cedo a pressão central registrada pelo Katrina em 2005, que, com 902 milibares, causou destruição na Flórida, nos Estados Unidos. No fim da manhã de terça, a MetSul informou que o furacão monstro, que estava em 901 mb, caiu para 892 mb, deixando-o com a mesma marca do Florida Keys, de 1935, a terceira menor já registrada em furacão no Atlântico.

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Melissa está atrás apenas de Wilma, de 2005, com 882 mb, e Gilbert, de 1988, com 888 mb, que tiveram pressões menores. “Quanto menor a pressão, mais intenso o furacão”, explica o portal de meteorologia pelo X. 

Mais cedo, a meteorologista Estael Sias explicou que, em função da devastação que o furacão de categoria 5 deve causar, algumas localidades podem ser varridas do mapa e se tornar inabitáveis por anos. “Jamaica que existe hoje não existirá amanhã.”

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