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AINDA REPERCUTINDO

Trump ameaça aumentar tarifas sobre países que "fizerem joguinhos" com decisão da Suprema Corte

Presidente dos Estados Unidos ainda repercute decisão da Suprema Corte, que derrubou as medidas globais impostas por ele

Publicado em: 23/02/2026 às 14h:30 Última atualização: 23/02/2026 às 14h:30
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar elevar tarifas contra parceiros comerciais após a decisão da Suprema Corte que derrubou as medidas globais impostas com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, na sigla em inglês).

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Em publicação na Truth Social, ele afirmou que “qualquer país que queira ‘fazer joguinhos’ com a decisão ridícula da suprema corte” será alvo de retaliação.

Donald Trump ameaça sobre tarifas | abc+



Donald Trump ameaça sobre tarifas

Foto: Whithe House

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Segundo ele, países que tenham “passado os EUA para trás por anos, e até décadas” enfrentarão “uma tarifa muito mais alta, e pior, do que aquela que acabaram de aceitar recentemente”. “Comprador, cuidado!!!”, escreveu o republicano.

Pouco antes, em outra postagem, Trump disse que passaria a se referir ao tribunal como “suprema corte”, grafado em letras minúsculas, “diante da completa falta de respeito” dos magistrados.

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Presidente dos EUA faz ameaças em rede social | abc+



Presidente dos EUA faz ameaças em rede social

Foto: Truth Social/Reprodução

Na sexta-feira (20), por 6 votos a 3, a Suprema Corte dos Estados Unidos concluiu que a IEEPA não autoriza o presidente a impor tarifas, ressaltando que a Constituição atribui ao Congresso o poder de instituir tributos.

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A decisão manteve entendimentos de instâncias inferiores de que as sobretaxas globais excederam a autorização legal.

Apesar disso, Trump já havia anunciado a elevação da chamada “tarifa global” de 10% para 15% e sustentado que poderá recorrer a outras bases legais para impor medidas comerciais mais duras.

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Ele também declarou que pode bloquear transações, impor embargos e restringir licenças, argumentando que a decisão judicial ampliou sua margem de atuação no comércio exterior.

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