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Ucrânia avança planos para produzir armas com aliados mesmo após suspensão de envio por EUA

À medida que Washington se distancia dos esforços de guerra da Ucrânia sob comando do presidente americano Donald Trump, uma responsabilidade maior recaiu sobre os países europeus para pressionar Rússia

Publicado em: 02/07/2025 às 14h:10 Última atualização: 02/07/2025 às 14h:10
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A Ucrânia está avançando com planos embrionários para a produção conjunta de armas com alguns de seus aliados internacionais, disseram autoridades do alto escalão, enquanto os Estados Unidos anunciaram que estavam suspendendo alguns carregamentos de armas prometidos para ajudar os ucranianos a combater a Rússia.

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Zelensky diz que não vai conceder território à Rússia para encerrar guerra | abc+



Zelensky diz que não vai conceder território à Rússia para encerrar guerra

Foto: Reprodução/Facebook/????????? ??????????

Esses planos ocorrem em um momento importante na guerra total lançada por Moscou há quase três anos e meio. Uma nova investida russa para capturar mais território ucraniano colocou as defesas de Kiev, já desfalcadas, sob forte pressão, e mísseis e drones russos estão bombardeando cidades ucranianas . Os esforços diplomáticos liderados pelos EUA para encontrar um acordo de paz, entretanto, estagnaram.

“Qualquer atraso ou hesitação em apoiar as capacidades de defesa da Ucrânia só encorajará o agressor a continuar a guerra e o terror, e não a buscar a paz”, disse o Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia na quarta-feira.

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O Ministério da Defesa afirmou não ter recebido nenhuma notificação oficial dos EUA sobre a suspensão ou revisão dos cronogramas de entrega acordados. Autoridades solicitaram uma ligação telefônica com seus homólogos americanos para verificar o status de itens específicos no processo, informou o Ministério em um comunicado.

À medida que Washington se distancia dos esforços de guerra da Ucrânia sob o comando do presidente americano Donald Trump, uma responsabilidade maior recaiu sobre os países europeus para pressionar a Rússia.

O presidente francês, Emmanuel Macron, e o presidente russo, Vladimir Putin, realizaram na terça-feira sua primeira conversa telefônica direta em quase três anos. O gabinete de Macron informou que, durante a conversa de duas horas, o líder francês ressaltou o “apoio inabalável da França à soberania e integridade territorial da Ucrânia” e pediu um cessar-fogo.

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