Muito se fala sobre os craques de futebol que não têm amor pela camiseta, pensam apenas na fama e no dinheiro. E o pastor? Vejam o que diz a inteligência artificial: “A credibilidade geral do pastor tem sido abalada por denúncias de desvios financeiros, disputas de poder e escândalos, exigindo dos fiéis maior discernimento e vigilância.”
Na segunda carta a Timóteo, Paulo compara o pastor com um atleta e diz que numa corrida ninguém recebe o prêmio se não obedecer às regras da competição. Hoje, o apóstolo poderia usar como exemplo as regras do futebol para falar do ministério pastoral. Na primeira carta ao jovem pastor, o apóstolo já tinha oferecido um código de ética, e destaco alguns princípios nesta lista: deve ser um homem que ninguém possa culpar de nada, ser moderado, prudente e simples, ter capacidade para ensinar, não chegado ao vinho nem briguento, mas deve ser pacífico e calmo, e não deve amar o dinheiro.
Que “ninguém possa culpar de nada”, logicamente isto é a meta pastoral, e que só Jesus alcançou. Vale dizer que qualquer cristão busca o objetivo de não cometer “faltas” no jogo da fé que busca o prêmio que dura para sempre, conforme Paulo lembra em outra carta bíblica. Mas, quando alguém veste a camisa da seleção dos convocados para o time do ministério pastoral, então existe uma excelência de responsabilidade na pregação do Evangelho. Pedro, na sua carta, também dá o seu recado ao pastor: “Não façam o seu trabalho para ganhar dinheiro, mas com o verdadeiro desejo de servir. Não procurem dominar os que foram entregues aos cuidados de vocês, mas sejam um exemplo para o rebanho.”