Ao completar 66 anos confirmo que todas as minhas economias são destinadas à manutenção da saúde. Todos os corruptos enriquecem seus advogados para manter a liberdade. Nós, mortais comuns, usamos o suado dinheirinho para pagar planos de saúde, dentistas, academias, psicólogos e instituições geriátricas. Os avanços da medicina ampliaram a longevidade.
No RS, campeão de idosos, é cada vez mais desafiador sustentar o cotidiano. Para mim é indispensável fazer exercícios físicos. Faço aulas ao ar livre. Apesar do inclemente inverno gaudério, não curto frequentar academias.
Depois da aula fico animado por encarar o frio e desafiar as dores. Costumo dizer que, se ao acordar sinto algum sintoma dolorido, é ótimo sinal. É a garantia de que estou vivo!
Há décadas fiz a cirurgia de miopia. Na semana passada o oftalmologista Sérgio Sprinz disparou: “Estás com uma bela catarata! Pronto, estou diante de um novo desafio – de saúde e financeiro. Fazer o que?
Recentemente me submeti à cirurgia de colocação de implantes dentários. Graças a Deus, o trauma da visita ao dentista foi parcialmente reduzido, graças à paciência da doutora Cláudia Presotto e do doutor Ricardo Smidt.
Já as dores são tema para o traumatologista e ortopedista Pacheco, craque renomado internacionalmente que me atende através da troca de mensagens de WhatsApp. Só nos casos mais agudos agendo uma consulta presencial, já que – confesso – não curto contatos on-line. Prefiro o contato humano.
Neste breve relato é possível constatar o custo de chegar à velhice, mas as alegrias de reencontrar amigos e afetos compensa!