Ronaldo Fenômeno assiste aos jogos da Copa das tribunas de honra e é o campeão das marcas fortes que mais se destacam nas coberturas televisivas e streamings do torneio.
Itaú, Brahma e Mercado Livre não hesitaram em pagar cachês zilionários a Nazário para assinar suas propostas institucionais, de marca e produto. O R9 ocupa um espaço que Pelé ocuparia se por aqui ainda estivesse. Ronaldo se tornou uma celebridade a partir de alguns fatos: jogava muito, marcou gols decisivos, só casa com modelos exuberantes e vez em quando monta um escândalo como aquele flagrado celebrando num motel, com vários travestis. Na ocasião o evento foi visto como algo apenas extravagante, graças ao seu prestígio, e hoje, certamente, como completamente tolerável.
Seu corte de cabelo em 2002 gerou uma epidemia de Cascão ao redor do mundo e até hoje repercute. Empresário, vendeu o Cruzeiro de Belo Horizonte para o Pedrinho dos supermercados BH e, além de se sair bem, tirou o time de uma rotina triste de Segunda Divisão, algo inimaginável para um clube da grandeza e status do cabuloso.
É imitado com brilhantismo por Alexandre Porpetone, num retrato em que ao lado de outros personagens, era comentarista na Globo. Desde então se tornou mais autoconfiante, desembaraçado e fluente. Seu sucesso, dínamo que também influenciou Alexandre Pato, o transformou numa opinião importante sobre futebol, o que o alçou a candidato a Presidente da CBF, tarefa em que fracassou politicamente.
A marca Brahma ressuscitou o cantor Cauby Peixoto, com o Samba Blim, Blim Blom, eleito para criar aquele clima delirante de torcedor de bar.