Neste 2026, os jornais brasileiros se enchem de notícias sobre a vida e decisões dos ministros do STF. Isso nos permite acompanhar o dia a dia deles, avaliar sua postura e, fundamental, sua idoneidade. Para quem necessita uma justiça feita por juízes idôneos a visão geral é uma bofetada. 46% avaliam o STF como ruim ou péssimo. 15% como bom. 75% acreditam que tem poder em demasia. Ao mesmo tempo, 71% reconhecem o STF como essencial à democracia.
Quanto aos ministros, os mais rejeitados, e não poderia deixar de ser, são Dias Toffoli, envolvido em sucessivos escândalos, e Alexandre de Moraes, cuja esposa é advogada do Banco Master, onde já abocanhou mais de R$ 80 milhões. André Mendonça e Carmen Lúcia concentram os maiores índices de avaliação positiva. A maioria dos entrevistados dizem que a estabilidade democrática do País continua dependendo deste Tribunal.
Sobre André Mendonça recaem agora as esperanças dos brasileiros. Maiores, quando, recentes decisões suas, foram contraditadas por Gilmar Mendes. Um dos, desculpem o trocadilho, com justiça, mais rejeitados.
No Caso Master, aumentaram as responsabilidades de Mendonça, ao igual que sua exposição pública. Então, é que todos nós podemos acompanhá-lo melhor. A mim chamou a atenção que fala como um sacerdote, com tom professoral e comedido. Ao contrário do Gilmar, dono de terras; do Toffoli dono de resort; do Moraes, com mulher advogada de ladrão, André é pastor auxiliar da Igreja Presbiteriana do Brasil. Terceira maior igreja evangélica tradicional do País. Cresce nossa confiança.