Pois lendo somente as primeiras letras do meu título, vocês já entenderam a quem me refiro, sim, aquela que vem sendo homenageada desde a Grécia antiga pagã, quando era comemorada por Reia, a mãe dos deuses. Aqui, em 1918, através da ACM de Porto Alegre a data tornou-se festiva pela primeira vez no Brasil, vindo a ser institucionalizada pelo presidente Getúlio Vargas em 1932.
Eu, já penso que a data é bíblica, quando lemos em Provérbios 31:18 “Seus filhos se levantam e a chamam de bem-aventurada”. Enquanto a pauta diária atual é sobre qual o combustível ideal para mover um mundo saudável, ela é o combustível que capacita um ser humano comum a fazer o impossível e tal qual águia, protege sob suas asas, seus filhos dos piores temporais, mas não se esquece de prepará-los para voar e sentir a beleza do mundo.
Sua modéstia então, faz inveja a qualquer economista, poupa as letras em seu próprio nome, em apenas três, as protege com um pequeno “telhadinho” no meio, como símbolo de proteção aos temporais da vida.
E você, seja sincero, quantas vezes muitos te fizeram ouvidos moucos e ela parou tudo para te ouvir e aconselhar. Lembras quantas vezes ela interrompeu teu silêncio para perguntar o que ouve? Tentavas enganá-la com um “nada”.Esquecias certamente que mãe tem o magnetismo nos olhos de ler pensamentos e do ensinamento de Leonardo da Vinci “As mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio”.
Para uma mãe, as quatro estações são uma só: agasalhar do frio, proteger do sol inclemente, produzir bons frutos e encantar o mundo com flores. Talvez Deus também tenha sido econômico, pois nos deu uma só.