Dias atrás, uma leitora me perguntou: “Professor, o senhor acredita no amor de Deus?” Olhei para ela e disse que sim. Mas fiz questão de acalmá-la com o que sinto no fundo da alma: o amor de Deus é de graça. Ele não pede dízimo forçado, nem exige a chave do carro ou da casa para abençoar. Deus não faz comércio com sentimentos. O amor d’Ele é incondicional; pertence a quem tem o coração aberto, não a quem tem dinheiro.Logo ao ouvir isso, ela se emocionou e me deu um abraço apertado. Foi um momento gratificante, daqueles que dão sentido...
Publicidade