“Daqui a catorze dias, decido”, foi o posicionamento de Trump antes de liberar a cirúrgica ação militar de alto poder destrutivo sobre as usinas de acabamento de urânio enriquecido do Iraque, no sábado. Claro que uma intervenção desse quilate não pode garantir a certeza de poupar, ainda que poucas, vidas humanas. Nem mesmo de perfurar todas as camadas de concreto que protegem os setores de inteligência industrial das fábricas. Se na guerra a primeira vítima é a verdade, o Potus (sigla para Presidente dos Estados Unidos) seguiu à risca o ditame. A narrativa estratégica é a arma bilateral que suaviza...
O Irã não está morto
O pega-ratão de Trump
Prudente é deixar esse novo velho conflito nas mãos do Senhor de todos os Exércitos
Publicado em: 24/06/2025 às 12h:56
Última atualização: 24/06/2025 às 12h:57
Publicidade
Publicidade
Matérias Relacionadas
- Categorias
- Tags
Publicidade
Publicidade