Desde que aterrissei em Portugal, no final de dezembro, o cinza predominou. E foi nesta palheta de cores que a Depressão Kristin se instalou. Vivi, com meu filho e meu namorado, a noite de 28 de janeiro de 2026 em Leiria, uma noite que ninguém dormiu, com ventos de 140 a 180 km/h, sem previsão do tamanho que foi o desastre. Parecia que tudo iria desabar. Não foi tudo, mas quase. Juntos, lembramos da enchente no Rio Grande do Sul, ainda com marcas à flor da pele. Depois de 3 horas ininterruptas, abri a janela do quarto, avistando o castelo...
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